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Medeiros, citada em Levy e col. (2014), considera como fatores de risco para os distúrbios alimentares em recém‐ nascidos:
Anomalias craniofaciais; tempo de alimentação superior a 15 minutos; soluço.
Tosse/engasgo durante a alimentação; ventilação mecânica por mais de 10 dias; distúrbios metabólicos da mãe ou do recém‐nascido.
Refluxo gastroesofágico; idade gestacional de 39 semanas; movimentos de procura.
Alterações no estado fisiológico durante/depois da alimentação; uso de drogas ilícitas pela mãe; presença de grupos de sucção.
Escape oral esporádico; levar as mãos à linha média; preensão palmar.