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Disfagia é a redução ou a perda da capacidade de deglutir e pode ter consequências como desnutrição, desidratação e, em casos graves, até levar à morte por comprometer a integridade das vias aéreas. Além disso, a disfagia pode influenciar o estado emocional do paciente, causando estresse, depressão e isolamento social.
Sobre o trabalho do fonoaudiólogo em pacientes disfágicos, considere as afirmativas abaixo.
I | Durante a anamnese, é necessário investigar dados detalhados sobre a queixa, história pregressa, aspectos do estado geral, alimentação atual, quadro respiratório e cognição. É importante saber a queixa fonoaudiológica do paciente quanto às suas dificuldades de alimentação e questionar a evolução do quadro de disfagia. |
II | O conhecimento aprofundado da neurofisiologia e a avaliação detalhada dos distúrbios no paciente neurológico com disfagia são de grande importância para o adequado tratamento e o sucesso fonoterápico. A correlação entre os distúrbios observados e a doença de base pode nortear o processo de reabilitação e promover uma visão mais ampla sobre o prognóstico. |
III | No momento da avaliação, ao perceber que houve aspiração de saliva, o fonoaudiólogo deve suspender imediatamente a oferta de alimento e indicar imediatamente a gastrostomia. No caso da aspiração de líquido, espessado ou não, se houver eficiência da deglutição para alimento pastoso, o paciente deve permanecer com alimentação exclusivamente por via oral. |
IV | A avaliação funcional da deglutição por nasofibroscopia é considerada exame padrão - ouro para avaliação das disfagias por ser possível identificar os aspectos estruturais da orofaringe, da laringofaringe e da laringe, as mobilidades faríngea e laríngea e o estudo da dinâmica da deglutição. O exame é bem tolerado pelo paciente e pode ser realizado no ambulatório. |
Em relação à disfagia, estão corretas as afirmativas
II e IV.
I e III.
II e III.
I e II.