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Pesquisadores e profissionais que trabalham com pessoas com Síndrome de Down (SD) apontam para a falta de sincronia entre o desenvolvimento cognitivo e o de linguagem nesses indivíduos.
Sobre a linguagem na SD, é correto afirmar que:
Após o início da linguagem oral é incomum o uso de vocábulos isolados.
A compreensão e a expressão estão igualmente prejudicadas, na mesma proporção, e esse déficit torna-se mais observável com o desenvolvimento geral da criança.
Na produção oral, observa-se a presença da maioria dos sons da língua materna, os quais ao serem combinados em palavras não sofrem alterações, mas em frases, tornam-se ininteligíveis, omitidos ou contaminados.
O déficit de memória auditiva de curto prazo em crianças com SD não é comum, o que justifica as mesmas não apresentarem prejuízos na aquisição do vocabulário.
Observa-se atraso no desenvolvimento, com diferenças quanto à quantidade, qualidade e diversidade de gestos e palavras, se comparadas com crianças com desenvolvimento típico.