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A linguagem oral deve ser vista a partir de uma visão interacionista para além da dicotomia “inata-aprendida”, uma vez que, atualmente, sabe-se que alguns genes responsáveis pelas atividades cerebrais são ativados ou desativados a partir de acontecimentos ambientais. Com relação à estruturação, aquisição e desenvolvimento dessa habilidade, é INCORRETO considerar:
A Pragmática é um dos sistemas da linguagem que surge no período linguístico, por volta dos 18 meses, em que se observa o surgimento dos primeiros atos comunicativos intencionais da criança ao emitir suas primeiras palavras.
Mediante queixas na comunicação, a anamnese deve prever a análise do choro do bebê, já que a intensidade, duração e frequência, juntamente com a reação do cuidador, podem fornecer indícios de como foram as primeiras trocas comunicativas do bebê.
As estruturas neurológicas envolvidas no processamento da linguagem são responsáveis por diversas habilidades, tais como: análise auditiva fonêmica; programação fonológica; acesso ao léxico e articulação dos sons.
O balbucio canônico, geralmente observado a partir dos 6 meses, caracteriza-se pela repetição de sílabas variadas e bem formadas, como “dábá”; “budú”; “mápá”, diferentemente do período por volta dos 4/5 meses, no qual os sons tendem a ser repetidos (“mámá; bábá”).
Quanto ao desenvolvimento, espera-se que, aos 5 anos, a criança já tenha o domínio do sistema gramatical da língua na qual está inserida, de forma que consiga compreender e se fazer entender por meio da linguagem oral.