

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A atuação fonoaudiológica em hospitais com o objetivo de gerenciamento da deglutição de pacientes à beira leito é essencial para a minimização de riscos decorrentes de complicações por broncoaspiração. Considerando a fisiologia da deglutição, é correto afirmar que:
Na fase antecipatória, o alimento é insalivado e triturado pela mastigação.
A força propulsiva, indispensável na condução do alimento, é gerada na cavidade oral. Variações de volume, densidade e viscosidade do bolo alimentar não têm influência na ejeção oral e na fase faríngea.
A fase faríngea da deglutição tem seu início com a invasão pressórica da orofaringe determinada pela ejeção oral. O escape nasal é evitado pelo ajuste do palato mole contra estruturas hiolaríngeas, evitando a dissipação da pressão.
As estruturas osteo-músculo-articulares, envolvidas com a morfofuncionalidade da boca, se organizam para a ejeção por meio do ajuste das paredes bucais e projeção posterior da língua, gerando pressão propulsiva, conduzindo o bolo e transferindo pressão para a faringe.
Na fase faríngea, a propagação de sequência contrátil da musculatura constritora da faringe se dá no sentido crânio-caudal. O bolo alimentar prossegue em direção à laringofaringe que se encontra receptiva pela ampliação promovida pelos músculos dilatadores e pelo rebaixamento do complexo hiolaríngeo.