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“Os processos fonológicos ocorrem na fala da criança para facilitar a produção de fonemas e resultam em adaptações dos padrões de fala às restrições naturais da capacidade humana que são observadas por meio das trocas fonêmicas. À medida que a criança se desenvolve e adquire sua língua, esses processos devem ser superados. Quando a criança apresenta produção inadequada dos sons e, consequentemente, o uso inapropriado das regras e processos fonológicos presentes na gramática da língua a que está exposta, caracteriza-se o desvio fonológico.”
(MOTA, H. B. Terapia fonoaudiológica para os desvios fonológicos. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. Adaptado.)
Sobre a terapia fonoaudiológica para os desvios fonológicos, é correto afirmar que:
Na hierarquia implicacional, considera-se que a ocorrência da líquida implica, necessariamente, na produção de uma plosiva ou velar.
A abordagem centrada no vocabulário tem sido utilizada para os casos de desvios fonológicos que apresentam padrões de erros de fala comuns e consistentes.
No modelo metaphon, a base teórica são os estudos sobre consciência metalinguística. O objetivo do processo terapêutico é promover mudanças no sistema fonológico pelo desenvolvimento e utilização da consciência metalinguística.
O modelo de ciclos modificado é composto de ciclos de terapia, sendo que, em cada ciclo, um processo-alvo é trabalhado, através de três sons-alvo. O objetivo principal é facilitar a emergência de padrões fonológicos por meio do treino de segmentos fonêmicos.