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A inserção da fonoaudiologia nas políticas públicas de saúde tem levado a ações individuais e coletivas dentro das especialidades fonoaudiológicas; assim, fica estabelecida uma interface entre a clínica e a epidemiologia. Sobre essa interface, é correto afirmar:
A clínica tem como objeto a doença do indivíduo e a epidemiologia, o risco de determinadas populações adoecerem.
As dicotomias individuais versus coletivo e curativo versus preventivo definem a relação entre prática clínica e epidemiologia erroneamente.
A epidemiologia é a área que estuda os fatores que causam as doenças mais graves de uma população.
A prática clínica fonoaudiológica pode utilizar as ferramentas da epidemiologia para estudo de procedimentos terapêuticos individualizados, como forma de subsidiar informações de um coletivo.
O processo de municipalização da saúde tem deixado a epidemiologia em menos ênfase no que diz respeito a descrever, explicar e intervir nos problemas de saúde.