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Nos anos 50, Noam Chomsky, linguista americano, discípulo de um distribucionalista tamb...

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Nos anos 50, Noam Chomsky, linguista americano, discípulo de um distribucionalista também americano conhecido por Z. Harris, começa a propor que a linguagem não seja tão presa à classificação de dados, mas que dê um lugar importante à teoria. Inspirado no racionalismo e da tradição lógica dos estudos da linguagem, ele apresenta uma teoria a que chama de gramática e seu estudo se dá especificamente na sintaxe que, para ele, constitui um nível:


A

plural e diverso frente à expressão da linguagem.


B

objetivo e dialética para a inteleção da linguagem.


C

autônomo e central para a explicação da linguagem.


D

fonético-fonológico da aceitação da linguagem.


E

relativista da figura concreta da linguagem.