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Um estudo publicado por Larré et al. (2020) utilizou indicadores fonoaudiológicos de disfagia e comparou a ingestão da alimentação por Via Oral (VO) antes e após terapia fonoaudiológica com pacientes oncológicos. Estão entre os principais resultados e conclusões do estudo, EXCETO:
O indicador “tempo de decanulação” da traqueostomia não foi suficiente para demonstrar a eficácia do processo, dada a falta de associação entre traqueostomia e aspiração laringotraqueal.
O tratamento proposto para os mais variados tipos de câncer, habitualmente, envolve cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou uma combinação delas, o que pode alterar a função de deglutição.
O fato de menos de 5% dos pacientes de ambos os grupos estudados retirarem a via de alimentação alternativa em menos de 10 dias pode ser atribuído ao fato de a população do estudo apresentar uma desordem neurológica aguda, com grande potencial de reabilitação a partir de aspectos de neuroplasticidade cerebral.
Para mensurar o grau de ingestão oral pré e pós-fonoterapia, foi utilizada a escala FOIS, que se divide em sete níveis, desde “nada por via oral” a “via oral total sem restrições”.