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Com base nos dados do Censo 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2010), a deficiência auditiva afeta aproximadamente 3,7% da população brasileira, indicando uma necessidade contínua de estratégias eficazes para detecção e intervenção. A rubéola materna ainda é uma causa relevante de deficiência auditiva, e a vacinação permanece uma medida preventiva crucial. A importância do diagnóstico precoce e da intervenção adequada é corroborada pelos dados recentes, sublinhando a necessidade de abordagens integradas e personalizadas para a reabilitação das crianças surdas.
Com base nos seus estudos sobre as abordagens para a reabilitação terapêutica de crianças surdas, analise as afirmações a seguir, assinalando a CORRETA.
Bimodalismo Combina o uso da fala e escrita, visando a oferecer uma estimulação para uma comunicação mais completa, mas – evita a Língua de Sinais, uma vez que o objetivo é estimular a expressão oral das crianças surdas.
Oralismo – Esta abordagem se concentra exclusivamente no desenvolvimento da fala e, para que consiga ser efetiva, é fundamental o diagnóstico e intervenção precoce, a adaptação imediata e efetiva do aparelho de amplificação sonora ou implante coclear, além de sua excelente manutenção.
Comunicação Total – Tem como objetivo o desenvolvimento da fala, exclusivamente pela leitura orofacial, uma vez que a estimulação auditiva pode causar desconforto em pessoas com perda auditiva a partir do grau severo.
Bilinguismo – Estimula a criança a partir da Língua Brasileira de Sinais, para proporcionar uma base sólida, e, após o alcance da fluência por volta dos 7 anos de idade, é dado início à estimulação por meio da oralidade.
Escolarização – Determina que o ensino da criança surda ocorra em escola especial, para promover a integração social e acadêmica na comunidade surda.