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Uma paciente de 45 anos, diagnosticada com apraxia de fala, apresenta dificuldades na programação e execução voluntária de movimentos orais, com preservação da força e do tônus muscular. Considerando esse quadro, a principal estratégia terapêutica fonoaudiológica indicada nesse caso é:
Uso de dispositivos de amplificação sonora para compensar as alterações na inteligibilidade da fala.
Exercícios de coordenação pneumofonoarticulatória e técnicas de controle respiratório.
Exercícios de estimulação sensorial e proprioceptiva dos órgãos fonoarticulatórios.
Treino de movimentação orofacial individualizada, com ênfase na repetição de padrões silábicos e palavras.
Reabilitação neuropsicológica com ênfase em memória, atenção e funções executivas.