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Um paciente adulto com diagnóstico de disfonia há três meses apresenta fadiga vocal frequente, dificuldade na projeção da voz e sensação de esforço ao falar. Durante a avaliação fonoaudiológica, observa-se um padrão respiratório predominantemente torácico e abuso vocal frequente. A melhor conduta inicial para o tratamento desse quadro é:
Indicar repouso vocal absoluto por tempo prolongado, evitando qualquer estímulo fonatório.
Priorizar apenas o uso de técnicas de ressonância sem modificar o comportamento vocal do paciente.
Aplicar eletroestimulação na musculatura laríngea como principal recurso terapêutico para melhora da voz.
Trabalhar a coordenação pneumo-fono-articulatória, promovendo ajustes respiratórios adequados para a fonação.