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Além dos parâmetros de estímulos, existem diversas variáveis não patológicas relacionadas ao indivíduo que merecem ser consideradas para que se possa compreender as limitações e interpretações da avaliação realizada através do ABR (BERA). Analise as proposições abaixo:
1) Mudanças maturacionais precoces do ABR estão completas por volta de dois anos de idade, em crianças, em termos cronológicos, com audição normal.
2) Na adolescência, os meninos começam a apresentar latências significativamente mais longas que as meninas.
3) Na idade adulta, a diferença entre os sexos é de aproximadamente 0,2 milissegundos na latência absoluta da onda III.
4) Com o processo de envelhecimento, as latências de todas as ondas podem aumentar novamente, especialmente após os 50 anos, podendo este achado ser potencializado e/ou confundido com a presença de perda auditiva.
Estão corretas, apenas:
As fissuras labiais são exemplos de malformações na região orofacial que não acarretam a distúrbios na motricidade oral.
A hidratoterapia, ou seja, a ingestão de cerca de 2 litros diários de água, não deve ser recomendada nesse caso.
Há duas variantes clínicas conhecidas da doença: a exclusivamente coclear, em que estão presentes apenas as crises de vertigem e a plenitude aural; e a vestibular, na qual estão as queixas e a perda progressiva da audição.
Vários são os possíveis agentes etiológicos a serem descartados na doença de Menière, entre eles, distúrbios metabólicos como hipoglicemia, hiperinsulinemia, hipopituitarismo e hipotireoidismo.
A partir do resultado desse exame, pode-se fazer a programação tanto do tratamento com medicamentos quanto da reabilitação vestibular quando indicada.
Os antecedentes pessoais e familiares são extremamente importantes, pois, geralmente, o levantamento detalhado desses comemorativos é que sugere a origem do hydrops endolinfático, diagnosticado pelo cortejo sintomático característico.
O exame requer uma dieta prévia baseada em utilização de alimentos com cafeína, e eliminação de bebida alcoólica e cigarro.
O tratamento fonoaudiológico não possibilita a regressão do microdiafragma e também não propicia a estabilização do quadro com mecanismos compensatórios.
Os dados obtidos de história clínica devem ser investigados por meio de exames complementares que poderão elucidar a causa do hydrops, entre eles os exames audiológicos.
Por meio de estudos cinerradiográficos da alimentação do lactente, é possível estabelecer as seguintes fases da sucção: compressão do mamilo, elevações da língua e da mandíbula, sulco no dorso da língua com leite que é enviado para a faringe, que, por sua vez, aumenta de tamanho.
A sensação de pressão no ouvido ou na cabeça não é freqüente e, quando precede ou é concomitante com a crise vertiginosa, não é característica da doença.
Assinale a alternativa que corresponde a características da Seqüência de Moebius.
Micrognatismo, glossoptose e fissura palatina.
Paralisia facial uni ou bilateral e estrabismo convergente.
Hipoplasia malar, maxilar superior ou mandibular.
Anomalias anatômicas e funcionais da língua e entalhe no lábio superior.
Malformações da laringe e incompetência velofaríngea.
De modo geral, quanto menos tempo a criança usar chupeta, menores serão as suas chances de ter problemas fonoaudiológicos.
A chupeta pode ser utilizada, sem prejuízo para a criança, desde que seja até os 4 anos de idade e tenha bico ortodôntico.
identificar o lado da lesão.
localizar a lesão em nível periférico (labirinto e VIII nervo) ou central (núcleos, vias e inter-relações com outras estruturas do sistema nervoso central).
Com o decorrer dos meses, outros alimentos além do leite materno devem ser introduzidos na dieta da criança, e isso é fundamental para o desenvolvimento das funções neurovegetativas.
mas como hipertrofia de adenóides e(ou) amígdalas, desvio de septo e alguns problemas respiratórios, como alergias, rinite etc., dificultam a respiração nasal.