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Na atuação junto aos transtornos de linguagem deve-se considerar que, mesmo diante de um comprometimento genético, mudanças neurodesenvolvimentais podem ocorrer a partir da estimulação (Lamônica e Britto, 2017). Dentro dessa perspectiva, NÃO se pode afirmar que:
A aquisição e o desenvolvimento da linguagem são o resultado da interação entre fatores intrínsecos (genético e maturacional) e extrínsecos (meio social e interação).
A interação social e as relações dialógicas podem promover o desenvolvimento da linguagem apesar da existência de aspectos genéticos e inatos desfavoráveis.
Profissionais da saúde devem considerar tanto os fatores intrínsecos quanto os extrínsecos para tratar dos transtornos de linguagem.
A interação social é condição suficiente para o desenvolvimento das habilidades interativas e supera as condições orgânicas adversas.
A maturação biológica, a cognição, a afetividade, bem como as práticas interativas e culturais são fatores que interferem nas habilidades discursivas.