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Com base no caso a seguir, responda às questões de números 8 e 9.
RN nasceu de parto cesário de emergência, com 32 semanas, pequeno para a idade gestacional (PIG), sendo encaminhado para a UTI neonatal de um hospital amigo da criança, para cuidados gerais. Por volta de 34,2 semanas, foi solicitada avaliação fonoaudiológica quanto à possibilidade de dieta por via oral. À avaliação, o RN encontrava-se em uso de sonda orogástrica, alerta e interessado na sucção não nutritiva. A mãe é hipertensa e encontra-se em estado grave, em outro CTI do mesmo hospital.
Considerando o exposto, como conduta, a fonoaudióloga deverá:
aguardar total recuperação materna, considerando a importância da avaliação de via oral em seio materno e consequente estabelecimento de vínculo
avaliar via oral por meio do copo, considerando a manutenção do nível de alerta, o interesse do RN pela sucção e a ausência materna
indicar a manutenção da sonda nasogástrica, considerando a prematuridade do RN e consequente ausência de prontidão para via oral
realizar sucção não nutritiva durante a administração da dieta pela sonda orogástrica, considerando possível instabilidade clínica