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Sensoriamento remoto, termo cunhado no início dos anos de...

Sensoriamento remoto, termo cunhado no início dos anos de 1960 por Evelyn L. Pruit e colaboradores são uma das mais bem sucedidas tecnologias de coleta automática de dados. É nas áreas de levantamentos de recursos naturais e mapeamentos temáticos, monitoração ambiental, detecção de desastres naturais, desmatamentos florestais, previsões de safras, cadastramentos multifinalitários, cartografia de precisão, defesa e vigilância, entre outras. Em relação á esse tema, NÃO é correto:


A

INPE se destacava como uma das primeiras instituições, na área espacial, a investir em pesquisas de sensoriamento remoto, como é exemplo a Missão 96, um projeto executado em colaboração com a NASA, que realizou um levantamento experimental aerotransportado com diversos tipos de sensores imageadores na região do Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais.


B

No sensoriamento remoto sempre nos referimos à radiação eletromagnética pelo seu comprimento e não pela sua frequência. Como por definição o sensoriamento remoto é uma medida da interação da radiação eletromagnética com a superfície dos objetos, segundo o modelo ondulatório as características das imagens são explicadas tendo-se em conta a relação entre o tamanho da onda e o tamanho do objeto.


C

Como as energias da radiação eletromagnética e as energias dos átomos e moléculas são discretas, as trocas de energia somente ocorrerão se a quantidade de energia contida na REM for diferente igual àquela necessária para promover uma mudança nos níveis de energia dos átomos ou moléculas.


D

O espalhamento (difusão ou dispersão) corresponde à mudança aleatória da direção de propagação da radiação solar incidente devido a sua interação elástica com os componentes atmosféricos. A suposição comum é que a radiação espalhada não é atenuada, mas sim redirecionada. O espalhamento contribui para diminuir a eficiência do sensoriamento remoto na identificação dos objetos terrestres.