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A Geografia Humanista consolida-se a partir da década de 1970, expressando sua crítica à Geografia Pragmática e fundamentando-se na Fenomenologia e no Existencialismo, modificando, assim, a abordagem da relação entre homem e espaço. Considerando os fundamentos da corrente de pensamento humanista, é correto afirmar que:
Baseia-se na lógica positivista, buscando a exatidão científica através da aplicação de modelos matemático-estatísticos e linguagens formais para explicar a organização espacial de forma objetiva.
Fundamenta-se no materialismo históricodialético, priorizando a análise das lutas de classes e das contradições sociais para compreender o espaço geográfico como um produto das relações de produção capitalistas.
Apoia-se em pressupostos que privilegiam a subjetividade, a intuição e a experiência vivida, o que torna o “lugar” o conceito-chave mais relevante para compreender os significados e sentimentos atribuídos ao espaço.
Tem como conceito central o “gênero de vida”, defendendo que a natureza não impõe regras rígidas ao homem, mas oferece um conjunto de possibilidades que podem ser exploradas de acordo com as práticas culturais de cada grupo social.
Defende a tese do determinismo ambiental, destacando que as condições naturais são fatores que exercem influência no comportamento humano e na sua formação social.