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As concepções teórico-metodológicas da Geografia influenciam diretamente a forma como o conhecimento é mediado no ensino básico. Qual(is) característica(s) define(m) a influência da perspectiva crítica no ensino de Geografia na educação básica?
Defesa da neutralidade científica e foco na descrição técnica e fragmentada do meio físico.
Compreensão do espaço como produto das relações sociais e estímulo à análise das contradições.
Ênfase na percepção individual e nos laços afetivos e simbólicos que os sujeitos mantêm com o lugar.
Utilização de métodos quantitativos e estatísticos para a busca de leis gerais e padrões espaciais.
A história da constituição da Geografia como ciência está permeada por inúmeros paradigmas. Nesse sentido, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. O paradigma do determinismo ambiental foi utilizado como base ideológica para justificar a expansão imperialista europeia, contribuindo para a formação de colônias no continente africano por potências como a Inglaterra.
II. O paradigma possibilista corresponde ao determinismo ambiental na França, reforçando a ideia de que as condições geográficas determinam os comportamentos humanos.
III. O paradigma do método regional desconsidera a diferenciação das áreas da superfície terrestre e não trouxe contribuições para a construção da identidade da ciência geográfica.
Todas as assertivas estão corretas.
Todas as assertivas estão incorretas.
Apenas a assertiva I está correta.
Apenas a assertiva II está correta.
Apenas a assertiva III está correta.
Coloque F (falso) ou V (verdadeiro) nas seguintes afirmativas, em relação às proposições sobre a geografia humanista e a perspectiva fenomenológica de Yi-Fu Tuan, assinalando a seguir a opção correta.
( )A geografia humanista proposta por Tuan busca entender a relação homem-meio a partir da experiência geográfica do sujeito, funcionando como uma ponte para o sentido fenomenológico do "ser-no-mundo".
( ) Na perspectiva experiencial, o mundo não é conhecido em sua essência pura; a realidade que as pessoas acessam é um constructo da experiência, resultante da união entre o sentimento e o pensamento.
( ) De acordo com o autor, o estudo do espaço e do lugar deve basear-se exclusivamente em dados mensuráveis e mapas, uma vez que estados de espírito e sentimentos são demasiado subjetivos.
( ) Experiência, segundo Tuan, é um termo abrangente que inclui desde os sentidos mais diretos e passivos, como o olfato e o tato, até a percepção visual ativa e a simbolização intelectual.
( ) A distinção fundamental entre os seres humanos e os outros animais, na relação com o espaço, reside na capacidade humana de criar símbolos, o que permite respostas complexas que transcendem as necessidades biológicas.
(V) (V) (F) (V) (V)
(V) (F) (V) (F) (V)
(F) (V) (F) (V) (F)
(V) (V) (F) (F) (V)
(F) (F) (V) (V) (F)
Acerca das correntes do pensamento geográfico, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) O determinismo geográfico defendia a superioridade dos povos habitantes das regiões de climas temperados.
( ) O possibilismo via o homem como um agente ativo que pode modificar o meio.
( ) A geografia crítica ignora a análise das desigualdades sociais.
( ) A geografia pragmática (nova geografia) utiliza a linguagem estatística.
V – V – F – V.
F – V – V – F.
V – F – F – V.
F – F – V – V.
V – V – V – F.
A geografia tradicional apoiada nos fundamentos do positivismo é marcada pela redução da realidade à aparência visível dos fenômenos: o cientista é um observador.
Certo
Errado
A Geografia, enquanto ciência moderna consolidada no século XIX, passou por diversas rupturas e continuidades epistemológicas. Sobre as correntes do pensamento geográfico e suas fundamentações, é CORRETO afirmar que:
a Geografia Humanista, consolidada na década de 1970, prioriza a análise geométrica do espaço em detrimento da dimensão subjetiva, da percepção e do “lugar” como espaço de vivência.
o Possibilismo, vertente da escola francesa liderada por Vidal de La Blache, defendia que o meio físico exerce um controle absoluto e imutável sobre as atividades humanas, determinando o destino das civilizações.
a Geografia Pragmática ou Quantitativa, surgida no período pós-Segunda Guerra Mundial, buscava a neutralidade científica através de métodos estatísticos e matemáticos, negando a existência de leis gerais no espaço geográfico.
a Geografia Crítica, de base marxista, foca exclusivamente na descrição minuciosa das paisagens naturais, evitando a análise das relações de produção e das desigualdades socioespaciais.
o Determinismo Geográfico de Friedrich Ratzel, influenciado pelo pensamento biológico do século XIX, fundamentou o conceito de “Espaço Vital”, relacionando a sobrevivência do Estado à sua expansão territorial e base de recursos naturais.
Centrando a sua análise geopolítica na vasta massa terrestre contígua compreendida pela Europa Oriental e a Ásia, o autor identifica, logo de início, um fenômeno para ele fundamental: o evidente contraste entre as dimensões do território russo e dos demais Estados da Europa Ocidental. Relacionando as características climáticas e topográficas com os movimentos de população e incursões dos povos dessa região em direção ao Ocidente, o autor conclui pela existência de um autêntico “domínio terrestre”, relativamente pouco povoado, mas dotado de características que permitiram aos seus povos estenderem a sua influência na Europa Ocidental às demais regiões asiáticas e até mesmo ao norte da África. Essa massa terrestre, com aproximadamente 54,4 milhões de km² de terras contíguas, possuiria, segundo ele, uma “área core”, um espaço central, por ele chamado de coração continental.
(COSTA, W. M. Geografia política e geopolítica: discursos sobre o território e o poder. 2.ª ed. São Paulo: Edusp, 2010. Adaptado)
Ao analisar a transição da era do poder naval para a era do poder terrestre, o autor citado por Costa argumenta que o desenvolvimento das redes ferroviárias neutralizou a histórica vantagem das potências marítimas. Para esse autor, a mobilidade continental permitiria a consolidação de um império inexpugnável no “coração continental”, ou heartland, estabelecendo que o controle dessa zona estratégica era a condição essencial para a hegemonia global.
Essa teoria pertence a
Friedrich Ratzel.
Halford Mackinder.
Alfred Mahan.
Karl Haushofer.
Nicholas Spykman.
Leia o caso a seguir.
No contexto das teorias contemporâneas de ensino e aprendizagem da Geografia, a avaliação escolar deixou de ser vista apenas como um instrumento punitivo ou classificatório. Ao planejar suas aulas para o Ensino Fundamental em Senador Canedo, o professor deve adotar uma perspectiva de avaliação que busque acompanhar o desenvolvimento contínuo do aluno, identificando dificuldades durante o processo para ajustar as estratégias pedagógicas.
Essa concepção, que privilegia o processo em vez de apenas o produto final, é denominada avaliação
somativa.
formativa.
externa.
censitária.
A Geografia Tradicional, pautada no positivismo e consolidada no século XIX e início do século XX, se apoiou em princípios metodológicos descritivos e explicativos, vistos como regras de procedimento para se fazer um estudo geográfico. O referido princípio estuda o relacionamento recíproco entre os fatos, os quais jamais devem ser estudados isoladamente, à medida que um fato sempre influencia outro. Tem como principal defensor o geógrafo francês Jean Brunhes (1869-1930). O conceito refere-se ao princípio:
da Conexão ou Interação;
da Atividade;
da Causalidade;
da Extensão ou Localização;
da Analogia ou Geografia Geral.
A evolução do pensamento geográfico não se reduz à sucessão linear de escolas, pois envolve reconfigurações epistemológicas, metodológicas e analíticas acerca do objeto da Geografia, de seus procedimentos de investigação e de suas formas de interpretar a produção do espaço. Nesse percurso, correntes clássicas e contemporâneas formularam leituras distintas sobre cientificidade, explicação espacial, subjetividade, totalidade social e interdisciplinaridade.
Considerando essas premissas, assinale a alternativa CORRETA.
A abordagem quantitativa rompe com qualquer pretensão explicativa de base empírica, pois substitui a análise de padrões espaciais pela centralidade exclusiva da interpretação qualitativa do território.
A geografia crítica se distingue por atribuir primazia às vivências individuais e à experiência subjetiva dos lugares, deslocando para plano secundário as determinações históricas, econômicas e sociais da produção do espaço.
A abordagem humanista enfatiza percepção, experiência e significação dos lugares, enquanto a geografia crítica privilegia a análise das contradições socioespaciais e das relações historicamente produzidas no espaço.
As correntes clássicas da Geografia rejeitavam integralmente a relação entre sociedade e natureza, razão pela qual seu legado foi superado por paradigmas contemporâneos voltados exclusivamente à análise social do espaço.
A interdisciplinaridade, na Geografia contemporânea, tornou-se incompatível com a preservação de categorias analíticas próprias, pois o diálogo com ciências ambientais, sociais e econômicas dissolve a especificidade epistemológica do campo geográfico.
No conjunto das grandes obras de teorização sobre a Geografia, o livro A natureza do espaço, do geógrafo brasileiro Milton Santos (1926-2001), conforma-se como um importante ferramental teórico-metodológico. Diante disso, leia atentamente o trecho a seguir:
"Os lugares se distinguiriam pela diferente capacidade de oferecer rentabilidade aos investimentos. Essa rentabilidade é maior ou menor, em virtude das condições locais de ordem técnica (equipamentos, infraestrutura, acessibilidade) e organizacional (leis locais, impostos, relações trabalhistas, tradição laboral). Essa eficácia mercantil não é um dado absoluto do lugar, mas se refere a um determinado produto e não a um produto qualquer."
(SANTOS, M. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. 4. ed. São Paulo: Edusp, 2009. p. 247-248.)
Com base na tese apresentada sobre a eficácia mercantil dos lugares e a produção do espaço contemporâneo, assinale a alternativa mais condizente com o pensamento de Milton Santos:
O lugar é definido pela indissociabilidade entre sistemas de objetos e sistemas de ações, onde a seletividade espacial dos investimentos é determinada pela capacidade das instâncias locais em oferecer vantagens competitivas a fluxos globais específicos.
O lugar deve ser compreendido como uma porção estática da superfície terrestre, cuja eficácia mercantil é um dado absoluto e perene, pouco atrelado às dinâmicas de inovação tecnológica ou da mutabilidade do mercado mundial.
A diferenciação dos lugares pelo capital anula o conceito de região e de território, uma vez que a homogeneização das técnicas de produção retira das infraestruturas locais a capacidade de influenciar a taxa de lucro das empresas transnacionais.
A rentabilidade dos investimentos no lugar depende exclusivamente das condições naturais de fertilidade e clima, sendo as variáveis organizacionais (leis e impostos) secundárias para a distinção geográfica e para a hierarquia urbana na escala regional.
A tradição laboral e as leis locais mencionadas pelo autor representam obstáculos ao desenvolvimento geográfico, devendo ser eliminadas para que o lugar se transforme em um espaço puramente geométrico e desprovido de rugosidades técnicas ou sociais.
A Geografia Humanista consolida-se a partir da década de 1970, expressando sua crítica à Geografia Pragmática e fundamentando-se na Fenomenologia e no Existencialismo, modificando, assim, a abordagem da relação entre homem e espaço. Considerando os fundamentos da corrente de pensamento humanista, é correto afirmar que:
Baseia-se na lógica positivista, buscando a exatidão científica através da aplicação de modelos matemático-estatísticos e linguagens formais para explicar a organização espacial de forma objetiva.
Fundamenta-se no materialismo históricodialético, priorizando a análise das lutas de classes e das contradições sociais para compreender o espaço geográfico como um produto das relações de produção capitalistas.
Apoia-se em pressupostos que privilegiam a subjetividade, a intuição e a experiência vivida, o que torna o “lugar” o conceito-chave mais relevante para compreender os significados e sentimentos atribuídos ao espaço.
Tem como conceito central o “gênero de vida”, defendendo que a natureza não impõe regras rígidas ao homem, mas oferece um conjunto de possibilidades que podem ser exploradas de acordo com as práticas culturais de cada grupo social.
Defende a tese do determinismo ambiental, destacando que as condições naturais são fatores que exercem influência no comportamento humano e na sua formação social.
O desenvolvimento da Geografia como ciência no final do século XIX foi marcado por diferentes interpretações acerca da relação entre sociedade e natureza. Enquanto alguns autores defendiam que o meio natural exercia forte influência sobre os grupos humanos, outros enfatizavam a capacidade de escolha e adaptação das sociedades diante das condições ambientais.
FABRÍCIO, A. R.; ARAÚJO, F. J. da S.; MENDES, J. A. Contribuições teórico-metodológicas de Paul Vidal de La Blache para a Geografia. Revista da Casa da Geografia de Sobral (RCGS), v. 25, n. 1, p. 17–35, 2023. DOI: 10.35701/rcgs.v.25.890.
No período destacado, correntes lablacheanas e ratzelianas buscaram explicar a relação entre sociedade e natureza. A comparação correta entre elas é:
Ratzel e Vidal explicavam o espaço apenas por fatores culturais
ambos negavam a influência da natureza na organização do espaço
Vidal defendia a determinação do meio e Ratzel, a liberdade humana
Vidal propôs o possibilismo e Ratzel enfatizou o determinismo ambiental
Segundo Antonio Carlos Robert Moraes, (2005), Paul Vidal de La Blache concebeu o objeto da Geografia como a relação entre sociedade e natureza sob a perspectiva da paisagem. Para o autor, o ser humano sofre influências do meio natural, mas também atua sobre ele, transformando-o. Nesse contexto, assinale a alternativa que expresse, corretamente, uma característica do pensamento de Vidal de La Blache.
A organização do espaço resulta da interação entre os elementos naturais e humanos, sendo a análise comparativa das diferentes regiões um dos principais objetivos da Geografia, concebida como uma Ciência de Síntese.
A compreensão da Terra exige a investigação integrada dos fenômenos físicos, considerando a natureza como um sistema inter-relacionado cujos elementos devem ser explicados por relações de causa e efeito.
A natureza passou a ser compreendida como um conjunto de possibilidades para a ação humana, cabendo à sociedade escolher, conforme suas técnicas e necessidades, as formas de utilização do meio.
A Geografia deve concentrar-se na diferenciação das áreas da superfície terrestre, privilegiando a descrição e a integração de seus elementos singulares, sem buscar leis gerais para explicar os fenômenos geográficos.
A compreensão da natureza no estudo da Geografia envolve a análise das relações entre sociedade, espaço e ambiente ao longo do tempo. Analise as afirmativas abaixo e marque-as como verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) O conceito de natureza deve ser compreendido exclusivamente a partir de seus aspectos físico-naturais, sem considerar as relações estabelecidas pelas sociedades humanas.
( ) O estudo da natureza restringe-se à observação dos elementos naturais, não envolvendo a produção do espaço nem a interação sociedade/natureza.
( ) A compreensão do conceito de natureza envolve o estudo das disputas por recursos e territórios que expressam conflitos entre os modos de vida das sociedades originárias e/ou tradicionais e o avanço do capital.
Assinale a alternativa correta.
V – V – F
V – F – V
F – V – F
V – F – F
F – F – V
Leia o texto a seguir.
A geografia busca compreender a doença como um processo social e ambiental, não se limitando apenas a cartografar a localização das doenças (nosogeografia). O conceito clássico elaborado por Max Sorre é fundamental para essa análise. Segundo o autor, trata-se de uma área na qual se sobrepõem espacialmente e estabelecem interações os estímulos vindos do meio físico (clima, relevo), os agentes patogênicos (vírus, bactérias), os vetores e o homem, este último condicionado por sua imunidade, estado nutricional e modo de vida.
O conceito formulado por Max Sorre, que integra as dimensões biológica, física e social para explicar a espacialização das doenças, é denominado
Abordagem Ambientalista Clássica.
Determinismo Ambiental Sanitário.
Transição Epidemiológica.
Complexo Patogênico.
“(...) o professor define um conteúdo a ser 'pesquisado' em casa e o aluno busca reproduzir o material encontrado, até a pesquisa propriamente dita, em que o aluno toma caminhos mais autônomos em relação ao que o professor orienta, rumo à construção de novos conhecimentos. Neste último nível, o sujeito é tocado por um problema real que quer resolver, para o qual quer buscar respostas, o qual quer compreender melhor.” (Cavalcanti, 2014, p. 79).
Quando o processo de aprendizagem é orientado pelo professor, por meio de questões ou um roteiro previamente estruturado, com o objetivo de conduzir o aluno à compreensão de um determinado conteúdo, pressupõe uma intencionalidade didática e, neste momento, pode se tornar um instrumento avaliativo.
Um exemplo correto dessa estratégia é
a resenha.
a arguição.
o estudo dirigido.
o mapa conceitual.
a avaliação diagnóstica
O desenvolvimento do Raciocínio Geográfico nos estudantes dos Anos Finais, conforme as diretrizes pedagógicas da BNCC, é o principal objetivo do componente curricular de Geografia. Este raciocínio não se limita à simples localização, mas exige a mobilização de um conjunto de princípios − como Analogia, Conexão, Diferenciação, Distribuição e Extensão − que permitem ao aluno estabelecer relações e análises críticas sobre os fenômenos espaciais. Para tal, o professor deve empregar diversas linguagens, desde a Cartografia até o uso de softwares de geoprocessamento, tornando a aprendizagem mais contextualizada e significativa.
Com base exclusivamente nos fundamentos metodológicos do ensino de Geografia, assinale a alternativa CORRETA:
O uso de Geotecnologias (como o SIG e o Sensoriamento Remoto) em sala de aula é uma ferramenta ultrapassada no Ensino Fundamental, devendo ser substituída inteiramente pelo estudo de mapas físicos tradicionais e projeções antigas.
A Proposta Curricular de Geografia nos Anos Finais exige que a única linguagem prioritária seja a textual, pois o domínio da escrita é mais importante que o domínio da linguagem cartográfica para a leitura crítica do mundo.
O princípio da Diferenciação é fundamental para o Raciocínio Geográfico, pois permite identificar e analisar a diversidade das paisagens, dos lugares e dos territórios, mostrando a heterogeneidade e as particularidades do espaço.
O princípio da Conexão (ou Interdependência) no Raciocínio Geográfico deve ser utilizado pelo professor para isolar os fenômenos espaciais, garantindo que o aluno estude as dinâmicas naturais separadamente das dinâmicas sociais.
Analise as afirmativas seguintes. O positivismo como fundamento da geografia tradicional
I manifesta-se na redução da realidade ao mundo dos sentidos, circunscrevendo todo trabalho científico ao domínio da aparência dos fenômenos.
II baseia-se na concepção crítica à hierarquização das ciências, postulando a geografia como ciência de análise.
III sustenta a ideia da existência de um único método de interpretação, comum a todas as ciências, isto é, a não aceitação da diferença de qualidade entre o domínio das ciências humanas e o das ciências naturais.
IV priorizou a diversidade e a flexibilidade dos princípios elaborados ao longo do processo de constituição da disciplina.
Assinale a opção correta.
Apenas as afirmativas I, II e III são verdadeiras.
Apenas as afirmativas I e III são verdadeiras.
Apenas as afirmativas Il e IV são verdadeiras.
Apenas a afirmativa IV é verdadeira.
Apenas a afirmativa lIl é verdadeira.
A respeito da análise espacial na geografia tradicional, a geografia pragmática
critica o empirismo abstrato operado na geografia tradicional.
opõe-se principalmente ao caráter não prático da geografia tradicional.
alega que a geografia tradicional assumiu uma perspectiva espacial centrada em situações correntes de seu momento histórico.
contesta a ótica espacial prospectiva proposta pela geografia tradicional.
rompe totalmente com a geografia tradicional, adotando os vieses prático e ideológico da análise espacial.