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As disparidades socioeconômicas brasileiras são explicadas pela diferenciação do território de acordo com seus atributos físicos.
As atividades agrícolas ainda constituem a maior parte das ocupações dos residentes rurais.
Considerando-se as reservas minerais do Brasil, a perspectiva de exportação para esse setor é de expansão.
Ariovaldo Umbelino de Oliveira, em seu livro Amazônia: monopólio, expropriação e conflitos (1987, p. 96), afirma que "o estado do Pará conhece a ação de órgãos oficiais de colonização [...] desde a década de 40; no entanto, foi com o PIN (Plano de Integração Nacional) e a Transamazônica que esta ação se intensificou". A respeito do assunto, é correto afirmar que
A região Norte, representada no mapa I, vem sofrendo grandes transformações decorrentes do avanço da fronteira econômica na região e dos investimentos em infra-estrutura realizados pelo Estado.
Leia com atenção o texto abaixo:
A industrialização ocorrida no Brasil em meados do século XX foi uma dessas forças propulsoras de dispersão populacional. Quanto a isso, é correto afirmar que
Acerca da economia agropecuária na Amazônia, assinale a opção correta.
A pecuária no estado do Pará tem crescido representativamente, recebendo migrantes de Goiás para investir na região.
São Félix do Xingú, no Pará, tem hoje o maior rebanho bovino brasileiro dentro da amazônia legal. Só não cresce mais porque não há subsídios governamentais e a terra que é colocada à venda tem altos preços no mercado.
Um ponto positivo dentro do crescimento do rebanho bovino na amazônia legal é o desenvolvimento de alternativas para manter a floresta em pé, o que quer dizer que gado e desmatamento não estão diretamente associados.
O desenvolvimento da agropecuária na região da amazônia legal é fato que remete ao início do século passado na história do Brasil e está diretamente ligada a política de adensamento e integração nacional do atual governo.
A distribuição da atividade econômica no território brasileiro tem sido um fator de atração migratória.
O texto sugere que o Nordeste contemporâneo acompanha o processo de globalização e valoriza o domínio do conhecimento como condição para o desenvolvimento.
Como país emergente no cenário econômico internacional, o Brasil alcançou um padrão de desenvolvimento social e econômico que o inclui no conjunto dos países mais ricos.
Evolução da PEA (População Economicamente Ativa), por setores – 1940 a 2000
Os dados do gráfico permitem confirmar importantes transformações econômicas e espaciais no Brasil, no período representado, tais como:
a diminuição do número de pessoas empregadas na agricultura, decorrente da Reforma Agrária e do conseqüente êxodo rural.
o aumento expressivo de trabalhadores no setor terciário, o que se deve ao uso de tecnologias tradicionais e de grande quantidade de mão-de-obra.
o lento crescimento do setor secundário em todo o período representado, motivo pelo qual o Brasil é classificado, atualmente, como economia primária.
o crescimento equivalente e proporcional, ao longo de todo o período, entre os setores econômicos típicos de áreas urbanas.
o processo de concentração urbano-industrial no Brasil que ocorreu, principalmente, nas décadas de 1960 a 1980.
No cumprimento de sua missão de apoiar o desenvolvimento do Nordeste, os programas do BNB apóiam prioritariamente empreendimentos e iniciativas que:
alcancem as maiores taxas de rentabilidade possível
geram emprego e renda para os nordestinos
ofereçam as maiores garantias reais ao Banco
fortaleçam a atual estrutura fundiária da região.
contribuam prioritariamente para resolver os problemas do balanço de pagamento do País.
Entre 1978 e 2002 a área desmatada no Brasil passou de 158.200 km2 para 617.727 km2. Os desmatamentos atuais atingem significativamente os Cerrados e as Florestas Amazônicas. A taxa anual de desmatamento na região Amazônica foi a que mais cresceu nas últimas décadas do século XX. Os estados que mais sofreram com o desmatamento foram: Tocantins, Mato Grosso, Rondônia, Maranhão e Pará. Indique uma conseqüência biogeográfica do desmatamento e uma explicação socioambiental desta progressão.
A diminuição do vapor de água na atmosfera na região produz secas mais prolongadas o que incentiva a migração de agricultores para os cerrados.
A substituição dos cerrados por culturas permanentes aumenta o vapor de água na atmosfera e foi produzida pelo grande afluxo de migrantes atraídos por crédito e infra-estrutura.
O desmatamento produz a perda de fertilidade natural dos solos e foi produzido por mudanças climáticas globais decorrentes da ocupação agrícola.
O desmatamento produz modificações extra-amazônicas que atingem os cerrados e foi produzido nas últimas décadas por mudanças no crédito agrícola.
O desmatamento modifica o tempo de permanência da água na bacia hidrográfica e foi provocado pelas frentes pioneiras incentivadas por políticas públicas agropastoris.
à pecuária extensiva.
à agricultura irrigada.
ao grande consumo de energia per capita.
à alta densidade demográfica rural.
Considere o gráfico para responder à questão.

A leitura do gráfico e os conhecimentos sobre o contexto socioeconômico brasileiro permitem afirmar que
o aumento do setor secundário ficou aquém do crescimento do processo de industrialização.
o crescimento do setor terciário foi alavancado pelas transformações econômicas do Norte e Nordeste.
a partir da segunda metade do século XX, ocorreu a realocação da população ativa no interior da economia.
entre 1960 e 80, o crescimento econômico do País absorveu toda a mão-de-obra nos setores secundário e terciário.
a atual distribuição da população ativa pelos setores econômicos é inversamente proporcional àquela da década de 1960.
No Brasil, o desenvolvimento das atividades produtivas concentrou-se no Sudeste e, apesar de beneficiar a Região Sul e de dinamizar a economia nacional, não foi capaz de eliminar as disparidades econômicas regionais.
Evidência dessas disparidades é:
a concentração da agricultura moderna na Região Centro- Oeste em detrimento das outras regiões, o que tem intensificado as migrações internas;
o avanço do desmatamento na Região Norte, que tem como conseqüência a redução da renda regional;
a pequena participação da Região Nordeste na renda nacional, apesar de esta ser a segunda região mais populosa do país;
a abertura da economia brasileira ao exterior, que tem favorecido o Sudeste em detrimento das outras regiões;
a crise da modernização agrícola na Região Sul e a redução da renda per capita regional.
Nas últimas décadas, tem ocorrido no Brasil uma rápida expansão territorial da cultura de produtos agrícolas de exportação. Essa expansão tem se beneficiado:
da incorporação de tecnologias para a agricultura, da conquista de novos espaços produtivos dos cerrados da região Centro-Oeste e da expansão dos mercados internacionais;
do amplo programa de créditos para pequenos e médios produtores das áreas semi-áridas do Nordeste;
das inovações tecnológicas financiadas pelas empresas estrangeiras que se instalaram nas áreas de irrigação para desenvolver a fruticultura;
da maior qualificação do trabalhador rural, que resultou no crescimento e diversificação dos produtos oferecidos no mercado;
da concentração fundiária na Região Sudeste e da disponibilidade de financiamentos direcionados às culturas de cana-de-açúcar e de café.