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Uma distribuidora de energia elétrica tem a seguinte estrutura de tarifa em bloco: o preço da energia consumida até 100 KWh/mês é de R$ 0,10 por KWh; a energia consumida acima desse limite custa R$ 0,05 por KWh. Acerca dessa estrutura tarifária, pode-se afirmar que
caso o custo marginal da empresa seja de R$ 0,05 por KWh, então essa estrutura tarifária gerará um consumo eficiente de energia elétrica por parte de todos os seus usuários.
o padrão de consumo gerado por essa estrutura tarifária é o mesmo que se verificaria caso os usuários pudessem escolher entre pagar R$ 0,10 por KWh ou pagar uma taxa fixa de R$10,00 por mês mais R$ 0,05 por KWh consumido.
o padrão de consumo gerado por essa estrutura tarifária é o mesmo que se verificaria caso os usuários pudessem escolher entre pagar R$ 0,05 por KWh ou pagar uma taxa fixa de R$10,00 por mês mais R$ 0,10 por KWh consumido.
haveria um ganho de eficiência caso a distribuidora passasse a cobrar um preço uniforme por KWh, preço esse igual ao preço médio pago pelos usuários na atual estrutura tarifária.
caso o custo marginal da empresa seja de R$ 0,10 por KWh, então essa estrutura tarifária gerará um consumo eficiente de energia elétrica por parte de todos os seus usuários.
Em conseqüência do processo de urbanização desencadeado pela industrialização, a região Nordeste tem a maioria de sua população ativa ocupada no setor secundário da economia, tal como se verifica nas demais regiões brasileiras.
Quanto às relações de trabalho no campo brasileiro, é correto afirmar que predomina o trabalho assalariado, em decorrência da modernização experimentada por esse setor econômico.
A estrutura tarifária da tarifa azul será aplicada segundo a/o
ociosidade de energia e demanda de potência.
demanda de potência e consumo de energia.
consumo de energia e ociosidade de potência.
oferta de energia e demanda de potência.
consumo de potência e oferta de energia.
Dentre as causas do crescente desequilíbrio regional Sudeste-Nordeste no Brasil, a partir da década de 1950, pode-se destacar
a formação de "arquipélagos" econômicos que tornaram as duas regiões auto-suficientes, dificultando as trocas comerciais.
o crescimento populacional mais intenso no Sudeste no início do século XX, ainda como repercussão da imigração européia.
a concentração da economia nordestina no setor de exploração e refino de petróleo, inibindo o desenvolvimento industrial regional.
o predomínio, no Nordeste, da agricultura canavieira de subsistência, de menor rendimento que a moderna agricultura do Sudeste.
a maior presença, no Sudeste, de empresas multinacionais, principalmente, as indústrias de bens de consumo duráveis.
No caso do Brasil, os bons resultados obtidos pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) demonstram a relevância da iniciativa privada nacional para a produção do conhecimento científico aplicado à produção.
O crescimento econômico do Nordeste durante esse período, motivado por investimentos inclusive industriais, fez que aumentasse a participação da região no PIB brasileiro.
Com a expansão verificada, é correto concluir que, embora a região Sudeste ainda concentre a maior produção industrial do país, o mesmo não se pode dizer com relação à produção agrícola.
Responsável pela implantação de uma das primeiras experiências de montagem de um sistema de planejamento estadual, a Bahia destacou-se nacionalmente pelo pioneirismo na montagem de uma estrutura de planejamento inovadora. Brandão (2001) levanta três momentos bastantes nítidos da emergência do processo de planejamento na Bahia: o programa da lavoura cacaueira nos anos 30; entre 1943 e 1947, o Escritório do Plano de Urbanismo da Cidade do Salvador (EPUCS), que, diante do intenso crescimento orgânico e demográfico da capital baiana, estabeleceu diretrizes de planejamento urbano no intuito de ordenar seu crescimento; e a instituição da Comissão de Planejamento Econômico (CPE), criada por inspiração de Rômulo Almeida, e que, frente ao impasse do chamado "enigma baiano" – a queda da posição relativa da Bahia na economia nacional – dá início a um processo sistemático de estudo e avaliação da situação econômica do Estado, que vai resultar em uma série de planos e propostas visando estimular o crescimento econômico e a inserção da economia baiana no processo nacional de acumulação da capital.
Essas experiências, pioneiras no que se refere ao planejamento estadual no Brasil, possuíam algum grau de voluntarismo e resultaram da ação de uma elite intelectual e técnica. Essa elite tomou a si a função de propor alternativas de desenvolvimento para o estado da Bahia num período de escassez de capital e de aprofundamento dos desequilíbrios regionais, caracterizando o que Rômulo Almeida rotulou de conspiração dos
políticos.
tecnocratas administrativos.
economistas.
funcionários subalternos.
técnicos.
Não obstante o significativo desenvolvimento industrial, as atividades econômicas primárias continuam a predominar na região Norte no que diz respeito ao valor da produção.
No Brasil, dentre os fatores que levaram à degradação ambiental, a partir dos anos de 1960, pode-se destacar:
a planificação daquele período que analisava as regiões sob o ponto de vista ecológico-holístico mas não econômico.
a adoção de políticas conservacionistas que não se compatibilizavam com a realidade de um país capitalista.
a ausência de uma planificação setorial uma vez que se tentou analisar o ambiente sob a ótica interdisciplinar.
as teorias econômicas que priorizavam a maximização dos lucros em detrimento da renovação dos recursos.
a inclusão do homem no ecossistema, o que dificultava a participação da sociedade nas tomadas de decisão sobre o meio ambiente.
A integração local-global verificada em determinadas cidades brasileiras de pequeno porte com o exterior ocorre sem a intermediação de centros urbanos maiores, por força do papel das atuais tecnologias.
Áreas destinadas a pastagens, ocupadas com a pecuária extensiva, estão em boa parte destinadas à especulação imobiliária.
O Plano Estratégico do Estado da Bahia propõe que, além dos setores industrial e do agronegócio, a complementaridade deve ser perseguida também no setor terciário. As atividades de serviços industriais contribuem para a elevação da produtividade e incremento da dinâmica econômica, posto que liberam as unidades produtivas da indústria para se especializarem nas suas atividades e para expandirem suas possibilidades de flexibilização dentro do seu processo produtivo. Na medida em que contam com reduzidas economias de escala, a concretização de uma estrutura sólida de serviços industriais (que lhes permita usufruir de uma oferta de serviços externos que viabilizem maior qualidade do produto) se aplica, em especial, às
grandes empresas.
micro, pequenas e médias empresas.
empresas estrangeiras.
empresas de capital estritamente nacional.
empresas de grande porte.
O Plano Estratégico do Governo da Bahia, ao abordar o papel e as relações entre os centros de produção de conhecimento, como universidades, escolas técnicas e centros de pesquisa, as empresas e entre empresas, indica que "De outra parte, a articulação das ações, inclusive entre agentes privados, é fundamental na medida em que, conforme o porte das empresas e o seu setor de atuação, as dinâmicas tecnológicas são distintas" e aponta para ações tendentes a criar as bases para a inovação e garantir o transbordamento das ações de pesquisa e desenvolvimento empreendidas por empresas que dispõem dos meios necessários para aquelas cuja dinâmica tecnológica está fortemente associada aos vínculos intersetoriais que estabelecem é um requisito essencial. Em paralelo, o processo de articulação pressupõe também o fortalecimento dos vínculos entre os centros de produção de conhecimento e seus usuários finais no processo de produção e agregação de valor, buscando
maximizar os custos de transação associados ao estabelecimento de ligações entre a oferta e a demanda tecnológica no Estado.
manter os custos de transação associados ao estabelecimento de ligações entre a oferta e a demanda tecnológica no Estado.
minimizar os custos de transação associados ao estabelecimento de ligações entre a oferta e a demanda tecnológica no Estado.
ampliar os custos de transação associados ao estabelecimento de ligações entre a oferta e a demanda tecnológica no Estado.
incrementar os custos de transação para os centros tradicionais – como universidades, escolas técnicas e centros de pesquisa – associados ao estabelecimento de ligações entre a oferta e a demanda tecnológica no Estado.
O padrão espacial concentrado da população brasileira na faixa litorânea, mantido até hoje, deve-se a fatos como, por exemplo, a recente ocupação econômica do Centro-Oeste, que vem privilegiando atividades agrícolas sem significativa absorção de mão-de-obra.
A atividade agrícola não é a mais expressiva no Nordeste, o que é explicado pelo fato de a cana-de-açúcar, principal produto da agricultura na região, ter perdido espaço para os cultivos praticados no Sudeste.
Houve diminuição das áreas de matas e terras inaproveitadas no país, em razão da pressão de pequenos agricultores pela posse de terras.
A forte concentração industrial e metropolitana de São Paulo articula grande parte da produção agrícola brasileira em função da integração entre a agricultura e a indústria.
A maior parte dos benefícios proporcionados pela produção irrigada é internalizada pelo setor privado. Portanto, é do seu interesse assegurar a estabilidade e continuidade da produção, da operação do sistema, da manutenção e da reposição dos equipamentos utilizados nos projetos de irrigação. (MENDONÇA, Jackson Ornelas. Irrigação na Bahia: por uma política mais incisiva de aproveitamento do potencial existente)
Para que esse propósito seja alcançado deve ser instituído um regime de gestão e uma política
tributária capazes de assegurar os recursos necessários e a agilidade indispensável às decisões que um sistema tão complexo e sofisticado requer, mas que, ao mesmo tempo, seja compatível com a realidade da agricultura do país.
tarifária capazes de assegurar os recursos necessários e a agilidade indispensável às decisões que um sistema tão complexo e sofisticado requer, mas que, ao mesmo tempo, seja compatível com a realidade da agricultura estadual.
operacional da água capazes de assegurar os recursos necessários e a agilidade indispensável às decisões que um sistema tão complexo e sofisticado requer, mas que, ao mesmo tempo, seja compatível com a realidade da agricultura estadual.
comercial capazes de assegurar os recursos necessários e a agilidade indispensável às decisões que um sistema tão complexo e sofisticado requer, mas que, ao mesmo tempo, seja compatível com a realidade da agricultura estadual.
industrial capazes de assegurar os recursos necessários e a agilidade indispensável às decisões que um sistema tão complexo e sofisticado requer, mas que, ao mesmo tempo, seja compatível com a realidade da agricultura do país.