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Na obra Globalização e efeitos perversos: Relendo a Geografia da Fome, a autora Maria Adélia de Souza escreveu: “As Geografias das desigualdades são produto do processo de apropriação desigual do valor (valor de uso versus valor de troca). A comida é valor de uso para todos os seres humanos, é condição da existência humana. A falta de alimentação implica na morte. No entanto, o alimento é valor de troca para poucos, que nos mercados mundiais lidam com as leis da abundância e da escassez objetivando um processo de acumulação capitalista” (Souza, 1995, p. 2).
Após ler a citação, responda verdadeiro ou falso.
( ) Desigualdades sociais, condições precárias de saúde, baixa escolaridade, falta de moradia, fome e desnutrição, concentração fundiária, dependência econômica, são características encontradas em países subdesenvolvidos.
( ) O relatório desenvolvido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA), em 2014 apontou que o Brasil saiu do mapa da fome. Contudo, a taxa da população desocupada em 2019, segundo dados do IBGE, é de 13,1 milhões. Esse fato pode ajudar no retorno do Brasil ao mapa da fome.
( ) A África do Sul é o país menos desenvolvido do continente africano e está fora das prioridades dos mercados mundiais. A maior porcentagem do Produto Interno Bruto - PIB do país vem da atividade agropecuária.
( ) União Europeia, CEI – Comunidade dos Estados Independentes, NAFTA - Tratado Norte-Americano de Livre Comércio, Mercosul – Mercado Comum do Sul, APEC, Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico, são blocos econômicos regionais entre países. Esses blocos propiciam o desenvolvimento de uma economia global.
O preenchimento CORRETO dos parênteses está na alternativa:
F, F, V e F.
V, F, F e V.
F, V, V e F.
V, V, F e V.
V. V, F e F.
As capitais de Chile e Colômbia são, respectivamente:
Kingston e São Domingo.
Santiago e Bogotá.
Montevidéu e Caracas.
Lima e Porto Príncipe.
“PEA – População Economicamente Ativa – é um conceito elaborado para designar a população que está inserida no mercado de trabalho ou que, de certa forma, tem condições e está procurando se inserir nele para exercer algum tipo de atividade remunerada.”
(Disponível em: brasilescola.uol.com.br.)
“Para o recebimento dos benefícios previdenciários, é necessário que o segurado esteja em uma situação de risco social, geralmente relacionada à perda da capacidade laboral ou de gerar renda. Também são conferidos benefícios para a maternidade, casos de morte e prisão.”
(Disponível em: segurancadotrabalhonwn.com.)
Dentro de uma reflexão social, assinale, a seguir, a relação correta entre os dois trechos anteriores.
Há uma relação de oposição entre o primeiro e segundo trecho.
A relação empregada entre os textos possui nítida procrastinação.
As citações tratam de pontos similares na legislação previdenciária.
Os trechos compõem uma ideia de seguridade social em todas as fases da vida.
TEXTO I
Sólon é o primeiro nome grego que nos vem à mente quando terra e dívida são mencionadas juntas. Logo depois de 600 a.C., ele foi designado “legislador” em Atenas, com poderes sem precedentes, porque a exigência de redistribuição de terras e o cancelamento das dívidas não podiam continuar bloqueados pela oligarquia dos proprietários de terra por meio da força ou de pequenas concessões.
FINLEY, M. Economia e sociedade na Grécia antiga. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2013 (adaptado).
TEXTO II
A “Lei das Doze Tábuas” se tornou um dos textos fundamentais do direito romano, uma das principais heranças romanas que chegaram até nós. A publicação dessas leis, por volta de 450 a.C., foi importante, pois o conhecimento das “regras do jogo” da vida em sociedade é um instrumento favorável ao homem comum e potencialmente limitador da hegemonia e arbítrio dos poderosos.
FUNARI, P. P. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2011 (adaptado).
O ponto de convergência entre as realidades sociopolíticas indicadas nos textos consiste na ideia de que a
discussão de preceitos formais estabeleceu a democracia.
invenção de códigos jurídicos desarticulou as aristocracias.
formulação de regulamentos oficiais instituiu as sociedades.
definição de princípios morais encerrou os conflitos de interesses.
criação de normas coletivas diminuiu as desigualdades de tratamento.
EVOLUÇÃO DO CONSUMO DE SUINOS EUA E CHINA 1995-2014

Disponível em: <http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150926_china_urbanizacao_cc>.
Acesso em: 05 fev. 2017.
Para atender à demanda, a criação de suínos nesses países deve ser feita, principalmente, de forma
à solta.
intensiva.
extensiva.
semiextensiva.
semi-intensiva.
Analise o planisfério a seguir, que informa acerca dos brasileiros residentes no exterior, em 2010.

A análise e interpretação desse planisfério e de sua legenda:
A demografia – ou Geografia da População – é a área da ciência que se preocupa em estudar as dinâmicas e os processos populacionais. Sobre esses conceitos básicos, analise as afirmativas a seguir:
I - Densidade demográfica é a taxa que mede o número de pessoas em determinado espaço, geralmente medida em habitantes por quilômetro quadrado (hab/km²).
II - Crescimento natural ou vegetativo: é o crescimento populacional de uma localidade medido a partir da diminuição da taxa de natalidade pela taxa de mortalidade. Também é chamada de população relativa.
III - Taxa de fecundidade: é o número de nascimentos que acontecem em uma determinada área.
IV - Crescimento migratório: é a taxa de crescimento de um local medido a partir da diminuição da taxa de imigração (pessoas que chegam) pela taxa de emigração (pessoas que se mudam).
As alternativas CORRETAS são:
O grupo fundamentalista islâmico Al Qaeda, responsável por diversos ataques violentos e crimes de terrorismo contra civis e militares por todo o mundo, possui em suas origens o grupo ortodoxo muçulmano dos:
Xiitas.
Sunitas.
Wahabitas
Carijitas.
“O retorno da xenofobia” é o título de um artigo de um cientista social brasileiro que estudou na Alemanha. Segundo o autor, algumas ideias que se tomavam como absurdas, atrasadas ou superadas, “podem novamente vir a ser atuais e modernas. Isso significa que as ideias não morrem pelo simples decurso do tempo e que, em conformidade com o espírito de uma época, podem retornar”. (ANDRIOLI, A. I. Revista Es paço Acadêmico. Ano II, n. 13, Junho de 2002.)
Xenofobia é um termo:
que expressa a dificuldade da entrada dos imigrantes no mercado de trabalho.
usado para designar a supremacia da raça branca.
sinônimo de racismo, muito utilizado nos países da União Europeia.
de origem grega, formado a partir das palavras “xénos” (estrangeiro) e “phóbos” (medo), que significa aversão a estrangeiros, repugnância a pessoas e/ou coisas provenientes de países estrangeiros.
usado na Alemanha para designar o ódio aos judeus.
A resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas intitulada “O futuro que queremos” data de 2012 e se inscreve no âmbito da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). O documento reconhece que cidades bem planejadas e construídas podem fomentar sociedades sustentáveis em termos econômicos, sociais e ambientais. Nesse sentido, as formas e os usos urbanos foram considerados como dimensões a serem repensadas e planejadas.
Para tornar as cidades ambientalmente sustentáveis, o documento “O futuro que queremos” preconiza:
Apenas os países que sustentam vantagens competitivas relevantes nas etapas de criação, design, marketing e coordenação da cadeia de produção e distribuição da indústria calçadista conseguem manter um papel ativo na cadeia de valor, enquanto os países que produzem calçados com base em custos de produção baixos (principalmente mão de obra) tendem a perder competitividade.
O deslocamento geográfico da indústria de calçados no mundo é coerente com a dinâmica da concorrência nas cadeias produtivas, cuja competitividade depende de esforços no desenvolvimento dos canais de marketing, dado que a esfera da comercialização é o principal espaço de agregação de valor. Adaptado de: GUIDOLIN, S. et al. Indústria calçadista e estratégias de fortalecimento da competitividade. BNDES Setorial 31, 2010.
A indústria calçadista vem passando por transformações significativas no seu padrão de concorrência. Nas últimas décadas, registrou-se uma perda relativa da importância do baixo custo salarial como determinante da competitividade do setor, em favor de fatores como qualidade, design e prazos de entrega. As mudanças tecnológicas são incrementais. O setor se moderniza por etapas, dada a característica descontínua do processo de produção. As fases de costura e montagem ainda são muito artesanais, demandando muita habilidade da mão de obra e com isso, limitando o processo de automação, facilitando a entrada de microempresas. Devido ao forte conteúdo artesanal e fragmentação no processo produtivo, mundialmente a indústria de calçados tem características de produção localizada, estimulando, com isso, as aglomerações geográficas.
Adaptado de: GORINI, A. et al. A indústria calçadista de Franca. BNDES – Setor de calçados. 2000.
Os textos acima apontam para mudanças no setor industrial calçadista, no qual o Brasil possui uma posição de destaque, sendo o terceiro maior produtor mundial. Apresentam também diferentes aspectos de sua organização espacial.
A principal mudança no sistema de produção do setor calçadista e os aspectos de sua organização espacial destacados nos textos são, respectivamente:
A construção do território resulta da articulação de duas dimensões principais, uma mais material e ligada à esfera político-econômica, outra mais imaterial ou simbólica, ligada, sobretudo à esfera da cultura e do conjunto de símbolos e valores partilhados por um grupo social.
HAESBAERT, R.; LIMONAD, E. Revista Eletrônica de Ciências Sociais Aplicadas. n.° 2 (4), vol. 1.2007.
De acordo com o fragmento do texto, podemos afirmar:
A definição de território não está associada apenas à ideia de domínio e poder, pois outros elementos podem fazer parte do território, como a cultura e os elementos simbólicos.
O território é uma categoria geográfica que traz a ideia de unidade, uma vez que, no território, a homogeneidade é característica principal.
O tempo não interfere na dimensão e na formação do território, pois se trata apenas de um recorte espacial.
O capital é o único indutor da formação do território, pois é ele que move e constrói todas as relações sociais.