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Com relação à vegetação brasileira, analise as afirmativas abaixo:
I. A Floresta Amazônica, a Mata Atlântica, a Floresta de Araucária e as Matas-galerias fazem parte das formações florestais ou arbóreas do Brasil.
II. A Caatinga, os Cerrados, os Campos Limpos, os Mangues e o Pantanal constituem as formações arbustivas e herbáceas do Brasil.
III. As Matas dos Pinhais ou Florestas de Araucárias são encontradas, de modo especial, no Planalto Meridional, desde o sudeste de São Paulo até o norte do Rio Grande do Sul.
IV. A Mata Atlântica, também conhecida como Mata-galeria ou Mata Ciliar, estendia-se no século XVI, do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte.
V. Os Cerrados ou savanas do Brasil são formações vegetais características do Planalto Central, que se desenvolvem em clima úmido e solos ricos, dando origem a vegetação frondosa e a madeira nobre.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Somente a afirmativa III é correta.
Somente as afirmativas I e III são corretas.
Somente as afirmativas II e V são corretas.
Somente as afirmativas II, III e IV são corretas.
Somente as afirmativas I, II, IV e V são corretas.
A geomorfologia exerce função nula no cenário de contaminação.
Dentre os objetivos da criação das unidades de conservação, pode-se citar
a diminuição das pressões dos grupos de pequenos agricultores migrantes que exigiam terras nas décadas de 1980 e 1990.
a necessidade de assegurar a conservação da biodiversidade por meio da criação de áreas protegidas.
o atendimento aos antigos projetos que haviam sido firmados quando da instauração do Território de Guaporé, em 1943.
o caráter geopolítico relacionado à proteção do território, pois as áreas de conservação localizam-se junto às fronteiras.
a formação de núcleos destinados aos povos da floresta, os únicos que praticam o manejo sustentável dos recursos naturais.
A região metropolitana do Rio de Janeiro registrou uma série de tragédias relacionadas às chuvas que ocorreram no mês de abril de 2010, que evidenciaram o papel da geografia do sítio urbano da capital fluminense e adjacências, conforme imagem a seguir.
As chuvas intensas são quase sempre problemáticas em ambientes urbanos, especialmente quando as áreas verdes são substituídas por pavimentação e edificações. No caso do Rio de Janeiro, pode-se constatar, pela análise da imagem e pelos conhecimentos sobre o assunto, que o problema das chuvas foi agravado
pela recomposição da vegetação original de Mata Atlântica, que desencadeou a ampliação dos índices pluviométricos, pelo aumento do albedo nos períodos quentes do ano.
pelo desconhecimento generalizado das autoridades públicas e empresas de construção civil quanto a medidas adequadas de construção em encostas íngremes e gerenciamento da drenagem urbana.
pelo estrangulamento da rede viária, em função da morfologia do terreno, atrelada à omissão das autoridades quanto à fiscalização das construções irregulares, como nas vertentes íngremes.
pela inexistência de tecnologias e de pessoal capacitado para averiguar as áreas de risco na cidade, o que inviabiliza a adoção de medidas públicas para a intervenção urbanística.
A Floresta Amazônica é úmida, possui cobertura vegetal densa e ocupa grande espaço territorial brasileiro abrangendo estados de praticamente três regiões. Já a Caatinga, que é uma vegetação adaptada, a escassez de água predomina, em sua grande maioria, na região:
Norte.
Nordeste.
Sudeste.
Centro-Oeste.
Sul.
Considere as imagens de satélite da região de Ariquemes, no centro-norte de Rondônia.

a ocupação econômica da região foi mais lenta do que em outras regiões de Rondônia e mesmo da Amazônia.
a região transformou-se em um dos principais exemplos de ocupação do solo segundo os princípios do desenvolvimento sustentável.
a presença de rios intermitentes foi responsável por uma ocupação agrícola muito dispersa e predatória na região nas últimas décadas.
as transformações ambientais da região ocorreram devido a fatores como a exploração de cassiterita e projetos de assentamento.
a presença de recursos vegetais de grande valor econômico transformou a região em um importante polo extrativista nas últimas décadas.
Sobre o desmatamento, mostrado no mapa, considere:
I.
I e II.
I e III.
II.
III.
Assinale a alternativa que apresenta uma região do Brasil que é recoberta por vegetação herbácea ou campestre, em área de clima subtropical, e que tem sofrido grande impacto ambiental, tendo como conseqüência a formação de extensos areais. Dentre as causas desse impacto, podemos citar a pecuária extensiva e a agricultura monocultora.
Sertão Nordestino.
Pantanal.
Campanha Gaúcha.
Cerrado.
Amazônia.
No que diz respeito a mudanças climáticas, no Brasil, é correto afirmar que as regiões costeiras são mais vulneráveis que as regiões continentais.
São exigidos estudo de impacto ambiental e relatório de meio ambiente apenas nas barragens para produção de energia hidrelétrica acima de 500 MW de potência de aproveitamento.
O Conselho de Governo é o órgão central do Sistema Nacional do Meio Ambiente.
O enorme consumo de matéria e energia nas cidades origina toneladas de resíduos resultando em sérios problemas ambientais.
Dentre os impactos causados pelos resíduos urbanos destaca-se
a inversão térmica, causada pela emissão dos gases que se formam da decomposição do lixo e atingem a atmosfera.
a formação de micro-climas no espaço urbano em decorrência da concentração de lixo que causa superaquecimento dos resíduos sólidos, e consequentemente o aumento da temperatura.
a biodegradação do lixo, além de causar odor, produz o chorume que nos grandes lixões, infiltra-se no subsolo contaminando as águas subterrâneas.
as chuvas ácidas em decorrência da emanação de dióxido de carbono na atmosfera, em consequência da biodegradação do lixo.
a formação de ilhas de calor é resultado dos grandes lixões que provocam superaquecimento nas cidades em relação ao meio rural.
A exigência de estudo prévio de impacto ambiental é matéria constitucional, de leis ordinárias e de resoluções do CONAMA.
O termo simbiose é empregado para descrever a biologia de pares de organismos que vivem juntos e inclui diferentes tipos ou categorias de simbiose, como o neutralismo, a protocooperação, o mutualismo e o comensalismo. A protocooperação é uma relação nãoobrigatória que envolve benefício mútuo.
Há mais de um século, subordinados a relações quase servis de trabalho, reproduzindo as mesmas relações de geração em geração – num mesmo espaço da floresta extraindo látex, colhendo castanha-do-pará, sem ter precisado para isso mais do que pequenas clareiras na mata – os habitantes da floresta lutam pela concretização das reservas extrativas que representam:
a volta do sistema de “aviamento” onde o empresário capitalista responsabiliza-se pelo escoamento da produção.
experiências de colonização com a introdução de programas tecnológicos, econômicos e sociais para promoverem a elevação do nível da vida da população local.
a transformação das áreas ocupadas em espaços agrícolas e pecuários rentáveis e modernos.
uma subdivisão da área florestal em lotes individuais de acordo com os módulos rurais regionais.
uma proposta de exploração racional para a preservação da floresta e que garanta a elevação do nível de vida da população local.
“Desenvolvimento Sustentável é o que busca compatibilizar o atendimento das necessidades sociais e econômicas do ser humano com as necessidades de preservação do ambiente e dos recursos naturais, de modo que assegure a sustentabilidade da vida na Terra (...)” (Dias, Genebaldo Freire. Iniciação à Temática Ambiental, São Paulo: Gaia, 2002, p.64)
Este conceito enfatiza que para alcançarmos tal tipo de desenvolvimento, é necessário, principalmente:
o equilíbrio entre o uso dos atuais padrões de produção e consumo com o crescimento populacional, no sentido de preservar o meio ambiente tanto para as gerações futuras como as atuais.
a retomada do crescimento econômico, com o fim da crise econômico-financeira mundial, em detrimento de um nível populacional sustentável.
a limitação obrigatória do crescimento populacional nos países pobres, a garantia da alimentação a curto prazo e a preservação da biodiversidade e dos ecossistemas.
o atendimento às necessidades essenciais de emprego, alimentação, energia, água e saneamento em detrimento do meio ambiente.
o aumento do crescimento populacional, que ocorre predominantemente nos países ricos, o atendimento às necessidades básicas e o interesse individual.
“Dois terços de Rondônia são cobertos pela floresta Amazônica. Embora dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indiquem uma redução do desmatamento no estado de 13%, entre 2004 e 2005, parte importante da natureza está destruída. Segundo o Inpe, já foram queimadas ou derrubadas 57% da vegetação em áreas não protegidas e 31% nas áreas protegidas.” (In: Atlas National Geographic, São Paulo: Abril Coleções, 2008, p.45).
Tentando reduzir esses danos ambientais, foram criadas as seguintes zonas (e subzonas) socioeconômico-ecológicas abaixo relacionadas:
áreas protegidas pelos indígenas (zona 1); áreas de uso restrito por lei (zona 2) e áreas institucionais (zona 3);
na zona 1, estão as de uso agropecuária, agroflorestais e florestais; zona 2, áreas de usos especiais para a conservação de recursos naturais passíveis de uso sob manejo sustentável e na zona 3, áreas institucionais constituídas pelas áreas protegidas de uso restrito e controlado, prevista em Lei e instituídas pela União, Estado e Municípios;
áreas de uso agropecuária, agroflorestais e florestais (zona 1); áreas de usos especiais não possíveis de manejo sustentável (zona 2) e áreas institucionais, isto é, áreas protegidas de uso restrito e controlado, prevista em Lei e instituídas pela Federação dos Estados (zona 3);
áreas de usos especiais (zona 1); áreas institucionais previstas por leis federais, estaduais e municipais (zona 2); áreas de usos agroflorestais (zona 3);
áreas de uso no agronegócio (zona 1); usos restritos aos povos indígenas (zona 2); áreas de usos especiais para a conservação dos recursos naturais (zona 3).
A questão ambiental brasileira merece de cada um de nós mais atenção e mais cidadania. Sobre ela é correto afirmar, exceto:
O Brasil, com dimensões continentais e população irregularmente distribuída, tem atraído a atenção internacional pela poluição e desmatamento de ecossistemas.
O agravamento dos problemas ambientais em território brasileiro está ligado à industrialização, ao modelo agrário monocultor, urbanização acelerada, queimadas e desmatamentos.
A Constituição Federal de 1988 não apresenta artigos sobre a questão ambiental, deixando- a para o setor privado, que vem incluindo nas suas iniciativas o meio ambiente ecologicamente equilibrado como direito do cidadão e da sociedade como um todo.
O corte da vegetação das margens de rios, o lixo, a contaminação por esgotos e substâncias tóxicas vêm comprometendo a qualidade das águas de muitos rios.
A mata Atlântica, área mais densamente povoada do país, cobria extensa região litorânea; hoje, apresenta baixo percentual de sua cobertura original que deve ser mantido por sua rica biodiversidade, além do papel que tem em relação ao clima e à proteção do relevo.
As águas salobras não recebem tratamento específico na legislação ambiental, sendo tratadas, no âmbito das referidas resoluções, do mesmo modo que as águas doces continentais.