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O relevo brasileiro apresenta grande variedade morfológica, resultado, principalmente, da ação de agentes externos, sobre estruturas geológicas de diferentes naturezas e idades. Os agentes externos que mais participaram da formação do relevo foram:
as intempéries e a ação antrópica;
os raios solares e a umidade;
a cobertura vegetal (ação das raízes) e os microorganismos;
o clima (temperaturas, ventos, chuvas) e os rios;
as erupções vulcânicas do passado e a erosão.
O relevo resulta exclusivamente da transformação do solo pelo vento e pela água da chuva, a qual, ao arrastar grandes volumes de terra, provoca erosão e altera a paisagem.
Furlan & Nucci, 1999, denominam a grande floresta situada ao norte do Brasil de Florestas Amazônicas, pois não representam um todo homogêneo. Os autores colocam como fatores responsáveis pelas variações de vegetação
a profundidade do lençol freático e a ação antrópica.
a ocorrência ou não de lateritas e o grau de umidade.
a quantidade de nutrientes nos solos e a temperatura.
a distribuição da umidade e os tipos de solos.
a proximidade dos rios e a intensidade da insolação.
O solo é o fator fundamental na classificação e caracterização dos biomas brasileiros, como, por exemplo, a mata atlântica e o cerrado.
Uma das diferenças entre os modelos geóide e elipsóide é que, no elipsóide, a superfície da Terra é representada de forma irregular, enquanto no geóide, de forma regular.
A divisão da estrutura da Terra em camadas foi baseada, principalmente,
nos estudos sobre os abalos sísmicos, vulcanismo e pesquisas nos fundos dos oceanos.
na análise das cinzas e lavas vulcânicas e nas perfurações de minas.
na prospecção de petróleo, na plataforma continental e na análise do relevo submarino.
na tipologia e datação das rochas magmáticas e nos movimentos isostáticos.
na movimentação das placas tectônicas e na medição do magnetismo das rochas.
No sul do país, região indicada por V, encontram-se áreas com a presença de solos propícios ao desenvolvimento da agricultura.
Na região representada na figura A, ocorre o fenômeno conhecido popularmente como esponja, que significa a liberação gradual, na estação das secas, da água depositada nos solos recobertos com vegetação densa. Esse fenômeno garante o equilíbrio dos ciclos hidrológicos e o equilíbrio ambiental.
A interceptação da água da chuva pelas copas das árvores (figura A) produz o ressecamento do solo, o assoreamento e a absorção demasiada dos compostos orgânicos.
A macroestrutura do subsolo brasileiro desempenha importante papel na configuração das grandes formas do relevo, apesar das prolongadas fases erosivas. São três as grandes estruturas que definem os macrocompartimentos de relevo encontrados no Brasil:
os pediplanos, as restingas e as planícies sedimentares;
os maciços cristalinos, as depressões e a plataforma continental;
as serras, os planaltos e as planícies;
as chapadas, os chapadões e as várzeas;
as plataformas ou crátons, os cinturões orogênicos e as grandes bacias sedimentares.
Considere o bloco diagrama e complete corretamente as colunas I, II e III, respectivamente.

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370 m;
530 m;
730 m;
570 m.
Pelo que está apresentado nas figuras A e B, é possível afirmar que o fenômeno da erosão está associado exclusivamente a áreas que possuem solos férteis, cuja vegetação nativa causa uma impermeabilização natural do solo.
Uma vez que a estrutura geológica brasileira é muito antiga e que o nosso território apresenta sua superfície bastante desgastada pela erosão, uma das formas de relevo a seguir não existe no Brasil. Assinale-a.
cadeia montanhosa.
planalto ou chapada.
planície fluvial.
planície costeira.
depressão relativa.

O texto descreve:
a planície do Pantanal Matogrossense.
a planície do rio Araguaia.
a planície do rio Amazonas.
a planície do rio São Francisco.
as planícies costeiras.
A partir de 1990, uma nova classificação do relevo brasileiro, bastante detalhada e apoiada em levantamentos técnicos, foi sugerida pelo geógrafo Jurandyr L. S. Ross e tem sido adotada. Essa classificação associa as informações altimétricas com os processos de erosão, sedimentação e gênese, integrando-os às estruturas geológicas nas quais ocorrem. As formas do relevo brasileiro são classificadas em:
serras, planícies aluviais, pediplanos e planaltos;
planícies, serras e altiplanos;
depressões, planaltos e planícies;
planícies sedimentares, chapadões e serras;
planaltos,chapadas, chapadões e planícies.
O EIA indica que o relevo do setor montante do futuro reservatório é colinoso, onde predominam baixas declividades (até 15%) e amplitudes locais inferiores a 100 metros. Caracterizam o relevo colinoso
I. morrotes em meia laranja.
II. morros arredondados e mares de morros.
III. morros isolados.
IV. colinas pequenas isoladas.
V. tabuleiros e colinas amplas.
São corretos APENAS as afirmações
I e II;
II e III;
IV e V;
III e IV;
I e V.
A aplicabilidade da Geomorfologia reside fundamentalmente em seu poder elucidativo quanto ao papel:
das rochas na origem do relevo terrestre;
do clima na origem do relevo terrestre;
da ação humana na origem do relevo terrestre;
do intemperismo na origem do relevo terrestre;
de todos fatores citados, na origem do relevo terrestre;