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O mapeamento geomorfológico tem como princípio básico o ordenamento dos fatos geomorfológicos de acordo com uma classificação temporal e espacial, na qual se distinguem os modelados como unidade básica e seus grupamentos hierarquicamente relacionados. Na caracterização do relevo, conforme o Manual Técnico de Geomorfologia do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por ordem decrescente de grandeza são identificados os Domínios Morfoestruturais, as Regiões Geomorfológicas, as Unidades Geomorfológicas, os Modelados e as Formas de Relevo Simbolizadas.
Sobre os tipos de modelados, é correto afirmar:
Os Modelados de acumulação, elaborados em rochas carbonáticas, podem ser classificados de acordo com sua evolução, identificados de acordo com o seu aspecto em superfície ou em subsuperfície.
Os Modelados de aplainamento são diferenciados, em função de sua gênese, em fluviais, lacustres, marinhos, lagunares, eólicos e de gêneses mistas, resultantes da conjugação ou atuação simultânea de processos diversos.
Os Modelados de dissolução são os que ocorrem de forma mais generalizada na paisagem brasileira, sendo caracterizados como dissecados homogêneos, dissecados estruturais e dissecados em ravinas.
Os Modelados de dissecação são definidos pela forma dos topos e pelo aprofundamento e densidade da drenagem, além da declividade, largamente utilizada na identificação e caracterização das unidades geomorfológicas.
Os Modelados de dissecação são identificados pela definição de sua gênese e funcionalidade, combinadas ao seu estado atual de conservação ou degradação impostas por episódios erosivos posteriores à sua elaboração.