

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Na maioria das análises sísmicas de exploração e de reservatório, os principais objetivos são reproduzir corretamente a estrutura geológica em tempo e profundidade, e caracterizar corretamente as amplitudes das reflexões. Atributos sísmicos têm sido usado com sucesso para determinar ambientes deposicionais (canais fluviais ou de águas profundas, acumulações carbonáticas); detectar e melhorar falhas e conjuntos de fraturas para revelar a geodinâmica da bacia. Os atributos a seguir são geneticamente designados para definição de feições estruturais, EXCETO:
mergulho estrutural local (local structural dip).
frequência de banda espectral (frequency from spectral decomposition).
variância (variance).
caos (chaos).
híbrido sweetness.
Construir um modelo petrofísico realista demanda que os métodos de extrapolação aplicados sejam controlados por um quadro geológico cronoestratigráfico e pelo conhecimento de processos geológicos que controlaram as propriedades petrofísicas modeladas. Muitas das fases de construção de modelos petrofisicos se utilizam de interpretações sísmicas para extrapolar dados observados nos poços. Os seguintes itens fazem parte das etapas naturais de construção de um modelo petrofísico, EXCETO:
correlação da trama (fabric) da rocha com parâmetros petrofísicos.
identificação dos processos geológicos que formaram a trama (fabric) da rocha.
descrição da relação de parâmetros petrofísicos a eventos tectônicos dominantes na bacia.
definição da estrutura de seqüência estratigráfica baseada em ciclos.
distribuição petrofísica das principais tramas (fabrics) da rocha dentro de uma estrutura estratigráfica.
Testes de formação a cabo são utilizados para os seguintes fins, EXCETO:
identificação de gradientes de pressão de fluídos.
investigação de distância de falhas geológicas ao poço.
recuperação de amostras para análises geoquímicas.
identificação de fluídos da formação.
estimação da permeabilidade da formação.
Monitoramento (surveillance) é uma das mais importantes fases de um plano de desenvolvimento da produção de um determinado reservatório. Uma importante aplicação da sísmica 3D é relacionada ao monitoramento do reservatório a partir do movimento do fluido em seu interior durante a produção. Essa aplicação é comumente denominada de sismica time-lapse – 4D e envolve o levantamento de duas sísmicas 3D (Base e Monitor) numa mesma área. Com relação a tal monitoramento sísmico, são etapas fundamentais nesse processo 4D, EXCETO:
adquirir uma sísmica 3D como Base antes do início do processo de produção/injeção se iniciar.
adquirir uma sismica 3D adicional (Monitor) algum tempo após o Base.
permitir que ocorra fluxo de fluidos ao longo do tempo de produção/injeção que cause variações de pressão, temperatura ou composição do espaço poroso do reservatório observáveis no processo 4D.
observar diferenças entre os caracteres sísmicos dos conjuntos Base e Monitor no intervalo do reservatório.
demonstrar através da modelagem sísmica e/ou de física de rochas e fluidos, baseadas em dados de perfis de poços relevantes, que as diferenças existentes entre conjuntos Base e Monitor são o resultado de variações físicas no reservatório relacionadas ao processo de recuperação de hidrocarbonetos.
A ferramenta sônica com monopolo e dipolo cruzado é utilizada para os seguintes fins, EXCETO:
análises para projetos de completação de poços.
análises para projetos de fraturamento hidráulico.
estudo do campo de tensões tectônicas atuais.
obtenção de propriedades elásticas das formações.
geração de imagem acústica da parede do poço.

O evento indicado no excerto do perfil de imagem sônica acima é uma:
fratura aberta com mergulho de cerca de 45° para NW.
fratura fechada com mergulho de cerca de 70° para SE.
falha normal fechada com mergulho de cerca de 45° para SE.
falha normal aberta com mergulho de cerca de 70° para NW.
fratura aberta com mergulho de cerca de 70° para SE.
Após a recuperação de um testemunho convencional, a atividade mais importante para uma boa correlação das rochas amostradas com as propriedades dos perfis geofísicos é:
ajuste em profundidade entre o testemunho e os perfis, para a profundidade dos perfis, porém observando se há falta de seção no trecho testemunhado que dificulte essa correlação.
ajuste em profundidade entre o testemunho e os perfis, de maneira uniforme, para a profundidade do sondador.
descrição detalhada das litologias.
ajuste em profundidade entre o testemunho e os perfis, de maneira uniforme, para a profundidade dos perfis.
ajuste em profundidade entre o testemunho e os perfis, para a profundidade do sondador, porém observando se há falta de seção no trecho testemunhado que dificulte essa correlação.
Todos os itens abaixo fazem parte dos procedimentos de inversão para modelagem em profundidade da Terra para estimativas de velocidades das camadas, EXCETO:
estimativas de velocidades usando a conversão por Dix das velocidades RMS.
estimativas de velocidades para conversão tempoprofundidade usando raio vertical (vertical-ray time-todepth conversion).
estimativas de velocidades das camadas por inversão das velocidades de empilhamento (stacking velocity inversion).
estimativas de velocidades de camadas por inversão da função coerência por ray-tracing (coherence inversion).
estimativas de velocidades por imageamento de gathers a partir da migração em profundidade (image gather analysis).
Modelagem geológica 3D é uma técnica que tomou impulso a partir dos anos 2000. Apesar do fato de que a simulação numérica 3D de reservatórios já vinha ocorrendo há mais de 30 anos, a abordagem 3D de modelagem geológica se depara com maiores dificuldades intrínsecas na construção do modelo e visualização de estruturas geométricas complexas numa escala fina. Nos últimos anos, no entanto, os aplicativos de modelagem geológica melhoraram rapidamente e, para a maioria dos geocientistas, a possibilidade de trabalhar em 3 dimensões é uma realidade cotidiana. A principal vantagem da técnica de modelagem 3D, em comparação com a aplicação de tradicional 2D, é a capacidade de lidar com estruturas geológicas complexas num considerável grau de detalhe. Com relação a técnicas geológicas aplicadas na modelagem 3D de reservatórios, todos os itens abaixo podem ter a colaboração efetiva da interpretação de um dado sísmico 3D, EXCETO:
definição das principais falhas geológicas que possuam papel crítico no desempenho de produção de um reservatório.
construção das principais superfícies geológicas dentro de cada bloco do reservatório.
modelagem de pequenas falhas que cortam as principais camadas geológicas do reservatório.
caracterização bioestratigráfica de cada zona de produção do reservatório.
estratigrafia de seqüências aplicadas ao reservatório.
Observe a imagem:

Os fluídos que mais provavelmente saturam os intervalos porosos 2660/2695 e 2925/2975m:
água e gás.
água, gás e água.
óleo e gás.
óleo, gás e óleo.
óleo, gás e água.
Uma camada espessa de arcóseo, 100% saturado com água doce, tem a seguinte composição:
• Quartzo: 39%
• Ortoclásio 34%
• Plagioclásio 5%
• Moscovita 1%
• Cimento de micro quartzo 1%
• Porosidade 20%
As leituras de perfis geofísicos de poços mais esperadas são:
GR > 50 uAPIRHOb ± 2,30 g/cm3NPHI ± 20%DT < 100 ms/pé.
GR > 50 uAPIRHOb ± 2,30 g/cm3NPHI ± 30%DT > 100 ms/pé.
GR > 50 uAPIRHOb ± 2,60 g/cm3NPHI ± 20%DT < 100 ms/pé.
GR < 20 uAPIRHOb ± 2,30 g/cm3NPHI ± 20%DT > 100 ms/pé.
GR < 20 uAPIRHOb ± 2,55 g/cm3NPHI ± 20%DT < 100 ms/pé.
O processo de conversão tempo-profundidade (TxP) de dados sísmicos permite a produção de mapas em profundidade e espessura de camadas geológicas mapeadas sismicamente. Esses mapas são cruciais na exploração de hidrocarbonetos porque permitem a avaliação volumétrica de gás ou óleo existente. A conversão em profundidade é uma tarefa tradicional de intérpretes sísmicos porque medidas sísmicas são feitas em tempo duplo, mas as medidas em poços estão em profundidade. A conversão em profundidade integra diversas informações sobre eventos observados em poços e velocidades das camadas, para se derivar um bom modelo de velocidade 3D.
Todos os itens abaixo fazem parte do processo convencional de construção de um modelo de velocidade eficaz, EXCETO:
marcadores de topos de formações observados nos poços.
medições de velocidades médias nos perfis de poços.
pré-conhecimento empírico sobre as velocidades médias das rochas na área investigada.
pré-conhecimento conceitual da estratigrafia que guia as velocidades intervalares.
velocidades RMS de empilhamento derivadas do processamento dos dados de reflexão 3D.
O seguinte par de ferramentas de perfilagem geofísica de poço pode ser utilizado tanto para a estimativa da porosidade quanto no cálculo da impedância acústica de rochas:
porosidade neutrônica e sônico convencional.
ressonância magnética e densidade compensada.
sônico com dipolo cruzado e indução.
densidade e sônico.
porosidade neutrônica e densidade compensada.
O gráfico a seguir mostra uma carta de fundo de um teste de formação.

Com base nesse gráfico, é correto afirmar que:
o intervalo testado pertence a um reservatório de baixa produtividade.
o intervalo testado está altamente danificado.
o intervalo testado pertence a um reservatório de alta produtividade.
a pressão de fluxo é baixa porque o intervalo é portador de gás, que tem baixa densidade.
a formação testada é impermeável.
Atributos sísmicos são rotineiramente utilizados para acelerar e quantificar a interpretação de características tectônicas em dados sísmicos 3D. Seu maior uso é para destacar propriedades sutis das amplitudes, difíceis de serem percebidos a olho nu. Porém diversos efeitos causados pela interferência direta do geofísico podem trazer artefatos considerados como falsas estruturas, em feições falsamente realçadas (pitfalls) na visualização. Constata-se que a chance de um intérprete não compreender uma falsa estrutura (pitfall), gerada pela interferência humana, é inversamente proporcional à sua experiência. São possíveis causas de falsas estruturas por interferência humana, EXCETO:
difrações causadas por descontinuidades de refletores.
estruturas lineares devido a distorções causadas no processamento sísmico.
pegadas (footprints) lineares causadas por amostragens não-otimizadas no levantamento sísmico.
estruturas de pull-up e push-down por erros de velocidade.
ruídos estruturais gerados por má amostragem espacial em time e horizon-slices.
Todos os itens abaixo fazem parte dos processos de inversão para modelagem em profundidade da Terra, para estimar as geometrias de refletores, EXCETO:
conversão tempo-profundidade por raio imagem (image-ray time-to-depth conversion - map migration).
conversão tempo-profundidade por raio vertical (vertical-ray time-to-depth conversion -vertical stretch).
migração em profundidade pós-empilhamento (post-stack depth migration).
inversão da função coerência por traçado do raio (ray-tracing) (coherence inversion).
migração em profundidade pré-empilhamento (pre-stack depth migration).
Um software moderno e eficiente de modelagem geológica 3D, para inserir o máximo de detalhes geológicos de reservatórios em cada modelo construído, deve possuir todas as seguintes qualidades, EXCETO:
construir modelo estrutural/estratigráfico gridado em 3D.
realizar upscaling automático.
possibilitar a distribuição de litofácies no modelo estático.
construir modelos de porosidade e petrofísico.
gerar estimativas de litofácies desde a escala de poços até a escala do modelo.
Processamento sísmico tem como objetivo tratar dados adquiridos e transformá-los numa imagem da geologia analisada. Ele consiste em aplicar uma seqüência de rotinas computacionais usando diversas sequências de etapas, adequadas às finalidades de cada levantamento sísmico. Muitas etapas ao longo do processamento exigem julgamentos e decisões técnicas de quem processa, mas também do intérprete dos dados. É recomendável que um intérprete esteja envolvido em todas as etapas do processamento para que todas as decisões busquem a máxima recuperação da resolução sísmica possível, ou sua otimização. Os processos descritos a seguir aumentam a resolução de um sinal sísmico, EXCETO:
alargamento do espectro de freqüência temporal (broaden time-frequency spectrum).
filtragem de ruídos.
deconvolução das respostas do instrumento e de receptores.
deconvolução da wavelet.
aumento do espaçamento entre receptores.
Um modelo estrutural de um reservatório comporta um grau de incerteza inerente, que está relacionado ao conhecimento parcial das características geológicas do reservatório e a limitação das técnicas computacionais e geológicas que são comumente utilizadas. Em geral, essa incerteza é maior nos casos de campos com uma quantidade limitada de poços. Por outro lado, os campos maduros, com poços corretamente espaçados, possuem um grau mais baixo de incertezas no modelo estrutural. No procedimento de interpretação sísmica, erros podem ser basicamente relacionados a diversos fatores operacionais e/ou computacionais. Todos os erros descritos abaixo trazem incertezas para a caracterização sísmica de reservatórios, EXCETO:
erros de interpretação de horizontes (picking).
erros devido a problemas de conversão tempoprofundidade.
erros na modelagem estática de reservatórios.
erros causados por baixa resolução sísmica.
erros no ajuste (amarração) sísmica-poço.
Ao se correlacionar a permeabilidade estimada a partir de teste de formação realizado em um intervalo composto por carbonatos microbiais não fraturados com a permeabilidade horizontal obtida de plugues deste intervalo, a permeabilidade de teste tem melhor correlação com a:
média harmônica dos plugues, ponderada pelo acamamento do intervalo.
média geométrica dos plugues, ponderada pelo acamamento do intervalo.
moda dos plugues, ponderada pelo acamamento do intervalo.
mediana dos plugues, ponderada pelo acamamento do intervalo.
média aritmética dos plugues, ponderada pelo acamamento do intervalo.