Durante a primeira metade do século XV, os portugueses alimentaram projetos expansionistas que objetivavam a
conquista de áreas africanas, visando estabelecer rotas alternativas para comerciar especiarias e ouro. Enquanto os
esforços para descobrir uma nova rota para o comércio das especiarias estavam relacionados à expectativa de controlar
o comércio desses produtos, então exercido por venezianos, florentinos e genoveses que ocupavam feitorias espalhadas
ao longo das ilhas do Mediterrâneo, a expectativa para constituir uma rota de acesso ao ouro visava:
A
estabelecer o monopólio do comércio do ouro produzido nas minas do Novo Mundo, recém-descobertas.
B
implementar o comércio com a produção aurífera do sul do continente africano.
C
vencer a barreira formada por mercadores muçulmanos na via transaariana.
D
controlar o Oceano Índico, para estabelecer monopólio do metal na costa oriental da África, principal fornecedora de ouro à
Europa.
E
estabelecer o lucrativo comércio de africanos escravizados.