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Dessa maneira não basta apresentar os objetos em uma sequência que só faz sentido para o pesquisador das áreas de História, Arqueologia e Etnologia, pois, neste momento – que já não é mais o da preocupação da pesquisa básica dessas áreas –, os objetos devem estar reunidos para produzirem um discurso museográfico inteligível para os leigos, através dos documentos materiais ali apresentados.
[Adriana Mortara Almeida e Camilo de Mello Vasconcellos. Por que visitar museus. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
De acordo com o fragmento em questão, é correto afirmar que a visita aos museus é
um recurso didático que deve ser utilizado excepcionalmente pelo professor de história, uma vez que, normalmente os materiais exibidos nesses espaços são de uso restrito de especialistas no assunto.
uma inovação metodológica alinhada aos recentes estudos da História Temática que, por sua vez, busca priorizar os saberes da Arqueologia e da Etnologia em detrimento do estudo da História.
algo superado metodologicamente, a partir de concepções inovadoras sobre os estudos de campo, que sugerem a extinção de visitas a espaços ultrapassados, como os museus e institutos de artes.
um importante recurso didático, desde que o discurso museográfico sugerido em diferentes contextos e espaços seja traduzido de acordo com a intenção do estudo para diferentes públicos e faixas etárias.
uma técnica de estudo criada por especialistas com o intuito de considerar a especificidade da Etnologia, restrita aos museus, como exemplo de preocupação básica de pesquisas.