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Considerando-se as determinações socioeconômicas do processo de estruturação do “Absolutismo Monárquico” na Europa Ocidental, pode-se inferir:
O monarca, a fim de consolidar a sua condição de árbitro e fortalecer o Estado, atendia às exigências de classes sociais rivais.
A experiência política do “Absolutismo” fez-se segundo sugeriram os seus inúmeros teóricos.
À exceção do Sacro Império Romano Germânico, nos demais Estados, os poderes dos Reis eram, de fato, ilimitados.
Na Espanha, o rei Luís XIV com os seus ilimitados poderes era a encarnação pessoal do Estado.
Pela teoria do “Direito Divino dos Reis”, de fato, os reis tinham plenos poderes acima das classes sociais.