

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Durante o século XV, Portugal, sob o comando de dom Henrique, foi o pioneiro em grandes avanços na navegação e na construção naval. As caravelas se revelaram ser muito adequadas para missões de reconhecimento em litorais desconhecidos. A exploração da costa oeste africana foi rápida, e, se inicialmente o volume de comércio que os portugueses conseguiram conquistar foi escasso, o comércio de escravos logo se revelou a parte mais rentável dos negócios. A respeito do contexto mencionado, assinale a alternativa INCORRETA.
Os portugueses trocavam têxteis, vestuários e trigo por itens de luxo – peles de antílope, ovos de avestruz, almíscar e pó de ouro – em suas relações com os mercadores árabes e sanhajas.
Dom Henrique justificou que o comércio de escravos tinha o único propósito de catequizar infiéis e pagãos, e que qualquer inconveniente sofrido por um escravo convertido naquela vida era insignificante em relação aos benefícios da salvação eterna trazida pelo cristianismo.
Em algumas ocasiões, portugueses encontraram governantes locais africanos dispostos a atuar como parceiros de negócios no tráfico de escravos; a escravidão era parte integrante das sociedades africanas na costa leste: governantes, funcionários de Estado e comerciantes usavamlhes para os mais diversos serviços.
A escravidão era atividade organizada, resultado de guerras de expansão ou guerras civis. Os governantes de um Estado em expansão consideravam a escravização de uma população conquistada um meio útil para aumentar sua riqueza e seu status e construir exércitos ou como um subproduto do conflito.
Os portugueses utilizavam como estratégia o ataque e tráfico de negros escravizados, em virtude de sua superioridade bélica durante as guerras civis ou guerras de expansão dos governantes com quem mantinham aliança. Essa estratégia permaneceu a principal por três séculos.