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A despeito de suas origens políticas mais remotas, o Absolutismo encontrou um enorme crescimento e expressividade de suas justificativas teóricas nos séculos XVI e XVII. Dentre elas, aquela que, no livro Leviatã, argumenta que os humanos viviam inicialmente em “estado natural”, no qual deviam obediência somente aos seus interesses individuais, tornando os seres humanos frequentes vítimas de violência, invasões e outros danos uns contra os outros. Para evitar tais transtornos, foi, então, adotado um “contrato social”, no qual os homens renunciam a todos os direitos em favor da autoridade sem limites de um monarca absoluto. Um tirano que impede a tirania de todos os outros tiranos e evita o estado de guerra de todos contra todos. A obra e as ideias expressas acima podem ser associadas à obra do seguinte autor clássico na Teoria Política Moderna:
Jacques Bossuet
Nicolau Maquiavel
Jean Bodin
Jean-Jacques Rousseau
Thomas Hobbes