

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Sobre a Inglaterra do Séculos XVI e XVII, observe a seguinte afirmação do historiador Pierre Deyon: “O terceiro elemento essencial do sistema mercantilista inglês no século XVII é constituído pelos atos de navegação. Como a agricultura e as manufaturas, a marinha nacional goza de um regime altamente protecionista. Neste setor também o Estado mercantilista tenta sozinho assegurar sua subsistência e seus serviços” (DEYON, Pierre. O mercantilismo. São Paulo: Ed. Perspectiva. 2015. p. 33.). Nesse sentido, pergunta-se: o que foram os atos de navegação?
Medida liberal, que buscou abrir o mercado inglês para as nações vizinhas, em especial a França e a Bélgica, que eram nações católicas e, por isso, tidos como irmãos cristãos pelo império anglicano liderada pela rainha Mary Tudor.
Medida baseada nos ensinamentos do economista britânico John Maynard Keynes, que, no tratado Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, demonstrou a importância da intervenção estatal na economia como forma de desenvolver a sociedade britânica ao longo do Antigo Regime.
Medida protecionista baseada nos ensinos de Thomas Malthus, bispo anglicano que criou as fórmulas matemáticas de progressão geométrica e progressão aritmética, vinculadas aos cálculos das cartas náuticas utilizadas nas navegações.
Medida de proteção à marinha de guerra da Inglaterra, cuja artilharia estava profundamente avariada pelos galeões portugueses, que, com suas caravelas, espalhavam terror aos marujos de outras nacionalidades que não a lusitana.
Medida de proteção à marinha mercante inglesa, que consistiu em uma série de normas, como a exigência de capitão inglês e três quartos de tripulação inglesa em navios britânicos, as mercadorias europeias não poderiam ser transportadas para a Inglaterra em uma embarcação que não fosse inglesa.