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O absolutismo, sistema político que vigorou na Europa do século XVI ao XVIII fez surgirem teóricos como
Thomas Hobbes, autor de Leviatã, que justificava o poder absoluto do rei por ser necessário colocar ordem no caos, a fim de evitar a desordem e a violência como a ocorrida na Noite de São Bartolomeu, em Rouen.
Jacques Bousset, que, em sua obra A República de Platão, considerava o poder temporal e o divino personificados na figura do monarca e que somente os sacerdotes estariam acima do Príncipe.
Jean Bodin, que, em sua obra Seis Livros sobre a República, argumentava que o poder centralizador do rei emanava do consentimento dos súditos que queriam viver em paz com os huguenotes e católicos da corte de Luís XIV.
Nicolau Maquiavel autor de O Príncipe, cuja obra sugere a famosa frase “os fins justificam os meios” e que justificava o uso da força para controlar os súditos e, portanto, o príncipe deveria ser mais temido do que amado e cercado de pessoas que lhe dissessem a verdade quando lhe fosse solicitada pelo governante.