

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Em meio aos acontecimentos que marcaram o final da 2ª Guerra Mundial, a Argentina era vista pelo governo dos Estados Unidos como um quartel general regional de espionagem nazista. Em 1944, uma parcela considerável dos militares argentinos acreditava em uma vitória nazista; e continuaram acreditando, mesmo nos primeiros meses de 1945. Em 1946, ainda nesse contexto, ocorre a ascensão de Juan Peron ao poder, que, depois de passar pelo Ministério do Trabalho, foi eleito presidente. A partir da chegada de Peron ao Governo Federal, ao analisar as características de seu governo, percebe-se que:
Os EUA, contando com o apoio integral do novo presidente, puderam implantar suas práticas neoliberais.
Houve uma aversão ao comunismo, o que não trouxe, necessariamente, um alinhamento político ao fascismo.
Qualquer resquício de simpatia nazista foi varrida do país devido às tendências comunistas abertas e declaradas do “Peronismo”.
Enquanto os demais países latino-americanos alinhava-se com Washington, a Argentina, sob a égide do sindicalismo de Peron, aliou-se a URSS.