

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
“Na América Latina, e particularmente no Equador, sob o guardachuva da ‘interculturalidade’, os livros escolares respondem a uma política de representação que, incorporando muitas imagens de indígenas e povos negros, só servem para reforçar estereótipos e processos coloniais de racialização. Na formação docente, a discussão sobre a interculturalidade encontra-se, em geral, limitada ao tratamento antropológico da tradição folclórica. Em sala de aula, sua aplicação é, na melhor das hipóteses, marginal”.
Adaptado de WALSH, Catherine. Interculturalidade e decolonialidade do poder, Revista Eletrônica da Faculdade de Direito de Pelotas, 2019.
A partir do trecho, e com base na obra citada, assinale a afirmativa correta sobre os conceitos de interculturalidade e decolonialidade aplicados ao ensino de história.
O conceito de interculturalidade legitima a incorporação de uma etnoeducação, sustentando que o currículo inclua elementos da prática local.
A política de representação intercultural, recorrente nos livros didáticos, critica uma visão estereotipada da diversidade étnica americana.
O projeto intercultural dos movimentos indígenas exige o reconhecimento da colonialidade do domínio metropolitano na Época Moderna, encarnado em seus agentes políticos e educacionais.
Interculturalidade e multiculturalidade são termos sinônimos, oriundos dos movimentos sociais subalternos e dos processos históricos locais andinos.
O reconhecimento da alteridade e a tolerância para com os outros no multiculturalismo mantêm a desigualdade social, deixando intacta a estrutura institucional que reproduz as desigualdades.