

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Durante o século XIX, os liberais tentaram em diversos países da América Latina – com maior ou menor êxito – destruir a universidade colonial e, ao mesmo tempo, construir novas instituições educacionais ancoradas nas ideias do liberalismo.
[...]
A escolha do Chile, México e Brasil para debatermos essas questões parece-me adequada, na medida em que nos três países, liberais, católicos e positivistas se viram envolvidos em longas polêmicas, que resultaram em soluções diversificadas para o ensino.
(Maria Lígia Coelho Prado, América Latina no Século XIX: Tramas, Telas e Textos.)
Acerca da construção dessas novas instituições nacionais, assinale a alternativa que apresenta corretamente o caso mexicano.
A fundação da primeira Universidade Católica na América ocorreu no México, o que demonstra a capacidade de articulação da Igreja com o objetivo de se contrapor à hegemonia política dos partidos liberais.
A Igreja foi a grande derrotada, porque enfrentou a aliança entre liberais e positivistas e a constituição de 1917 proibia o ensino religioso em qualquer instância educacional e limitava as ações da Igreja.
As doutrinas positivistas defendiam um sistema educacional que associasse conhecimentos de ciência e religião, porém, após a independência nacional, a direção educacional ficou nas mãos da Igreja.
Um dos resultados da Revolução de 1910 foi a manutenção dos privilégios históricos da Igreja, como a direção da Universidade Nacional e a possiblidade de fundar escolas destinadas à educação básica.
Diversamente do que ocorreu no Brasil e no Chile, a Igreja foi a instituição mais importante para a elaboração de políticas educacionais no contexto da formação do Estado nacional, com forte centralização administrativa.