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Os homens fazem a sua própria história, mas não a fazem como querem; não a fazem sob circunstâncias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, ligadas e transmitidas pelo passado. (MARX, Karl. O Dezoito Brumário de Luís Bonaparte. Rio de Janeiro: Vitória, 1961, p. 199. In.: CERRI, L. F. Ensino da História e consciência histórica. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2011).
Com base no trecho anterior e quanto à noção de passado histórico, assinale a alternativa CORRETA:
Percebe-se que existe aí uma oferta de contribuição pura – em termos de novidade, de componente inédito – à forja dos novos eventos.
Essa perspectiva foi a que impulsionou uma grande parte dos estudos de história e que possibilitou um grande atraso em relação à história como disciplina.
O pressuposto que nos interessa mais diretamente nesse contexto é o de que, no agir sobre o mundo e ser sujeito da história, o passado (e suas projeções de futuro) são tudo o que está distante do homem.
Temos aí a história como obra humana, entendida laicamente; a história como movimento cuja síntese escapa ao controle dos seus agentes, mesmo que coletivamente organizados, mesmo os dotados de enorme poder sobre os outros homens.