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Considere o texto abaixo:
"[...] o entendimento sobre a vida, a dignidade e o desvelamento resolutivo daquilo que pode nos manter presos às tragédias do passado, impede a fruição e o acesso ao conhecimento e aos direitos fundamentais às classes menos privilegiadas. As classes dominantes, ao demonstrarem-se incapazes de reconhecer o seu papel no diálogo intercultural e no processo decolonial, forçam o Brasil a andar em círculos, quando não para trás, tal como o período histórico vivido nos últimos anos."
(Fonte: POZZER, Adecir; POZZER, Suzan Alberton. Identidade, decolonialidade, interculturalidade e a construção de uma ideia de nação na história da educação brasileira. Eventos Pedagógicos, [S. l.], v. 13, n. 3, p. 613−632, 2022. DOI: 10.30681/reps.v13i3.6433. Disponível em: https://periodicos.unemat.br/index.php/reps/article/ view/6433. Acesso em: 27 nov. 2023.)
Com base no texto, entende-se por processo decolonial:
Criticar e desmantelar as estruturas de poder e conhecimento condicionadas pelo colonialismo.
Promover a justiça social e a emancipação, evoluindo para a construção de sociedades mais desiguais e menos inclusivas.
Propor a construção das posições de poder, como o binarismo centro-periferia, o eurocentrismo e outras formas de dominação que perpetuam a marginalização e a exclusão.
Enfatizar a importância do engajamento político e da manutenção das estruturas sociais, econômicas e culturais.
Buscar desmontar os conhecimentos e perspectivas não eurocêntricas.