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“A exaltação dos bandeirantes, em São Paulo, está presente na nomenclatura de estradas, avenidas e monumentos. Monumentos que vão desde a bela obra do escultor Brecheret junto ao Parque do Ibirapuera até o assustador Borba Gato, gigante de botas plantado no bairro de Santo Amaro. A estátua, aliás, é muito pouco realista, pois existem boas indicações de que muitos bandeirantes marchavam descalços, por terras, montes e vales, trezentas e quatrocentas léguas, como se passeassem nas ruas de Madri, na expressão de um jesuíta espanhol” (Fausto, 2006). A respeito das Bandeiras, expedições realizadas durante o Brasil Colônia, assinale a alternativa INCORRETA.
As Bandeiras tinham como principal objetivo o apresamento de indígenas para vendê-los como escravos nas plantações paulistas.
Os bandeirantes também foram contratados por senhores de engenho, para destruir quilombos e capturar cativos fugitivos, em Bandeiras chamadas “sertanismo de contrato”.
As Bandeiras eram expedições contratadas e financiadas pela Coroa, que, além de outras finalidades, tinham também a função de fundar fortes para proteger o território de invasões.
Organizaram-se, ainda, Bandeiras de prospecção, com a finalidade de encontrar metais e pedras preciosas e de obter recompensas negociadas com a Coroa.
Em sua maioria, essas expedições eram compostas por centenas de homens pobres que viviam da lavoura de subsistência, falavam tanto a língua tupi como a língua portuguesa.