

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Em finais dos anos 1670, por influência dos jesuítas, notadamente do padre Antônio Vieira, a Coroa organizou uma importante junta composta por notáveis do reino e autoridades do Maranhão para se discutir o problema do cativeiro dos índios no estado. O argumento da experiência “brasileira” com o cativeiro dos índios e com a entrada de escravos africanos foi então recorrentemente invocado.
(MELLO, 2009.)
Em decorrência também desses debates e embates a que se refere o excerto anterior, algum tempo depois:
Instituía-se uma companhia de comércio que tinha como principal finalidade o abastecimento de africanos para o Maranhão.
Instalava-se no Maranhão, e mais tarde por todo o Brasil, o sistema de parceria, que viria substituir a contento as demandas produtivas do país.
Decretava-se a expulsão incondicional dos indígenas e a manutenção dos padres jesuítas na jurisdição da província maranhense sob custódia do rei.
Implantava-se, pioneiramente, sob o controle presencial e régio, um tipo de trabalho híbrido, aproveitando a mão de obra tanto de indígenas quanto de africanos.