

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Em 28 de novembro de 2019, a professora universitária e historiadora doutora Solange Rocha (UFPB), em entrevista intitulada “Tivemos políticas com recorte racial, mas, insuficientes", ao veículo midiático “Brasil de fato”, no caderno Política, afirmou que é “consenso que viver em sociedade exige conhecer/reconhecer a complexidade e várias identidades. No caso brasileiro, destacamos que o racismo, o patriarcalismo, racismo e recorte de classe estruturam as relações sociais. Em se tratando de mulheres negras – cerca de 25% da população brasileira atual – ocuparam/ocupam espaços de extrema subalternidade no mundo do trabalho, no imaginário social se construiu uma visão de hipersexualizada do seu/nosso corpo, da incapacidade intelectual, etc.” Diante de tal afirmação, é possível constatar que:
O Brasil é antirracista.
No Brasil vive-se um racismo estrutural baseado na equidade de raça.
A historiadora apresenta preceitos com base do deocolonialismo.
As questões de gênero perpassam o racismo, ou seja, atingem homens e mulheres de formas iguais.
Pode-se dizer que a entrevistada se refere aos povos originários no Brasil colonial.