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Tomemos como caso hipotético de uma aula de história uma visita monitorada a um museu, que constitui um arquivo histórico da própria cidade em que os alunos moram. Além de reunir a documentação referente à memória do poder público, o arquivo tornou-se um órgão responsável pela execução e administração da política relativa ao patrimônio documental do município. Além de reunir a documentação referente à memória do poder público, o arquivo tornou-se um órgão responsável pela execução e administração da política relativa ao patrimônio documental do município.
(Disponível em: https://dibrarq.arquivonacional.gov.br/index.php/arquivo-historico. Acesso em: julho de 2024.)
A visita ao museu como recurso didático-pedagógico em história, no caso de crianças:
Não é tão indicado, pois a ideia da leitura dos objetos, sem uma prévia memorização dos mesmos e de seus contextos exatos, deturpa e muito a própria noção de historicidade do museu.
Pode ser muito eficaz, já que o indivíduo aprende com experiências que tenham significado, com atividades que possibilitam explorar e expor fora do ambiente escolar suas ideias e impressões.
Pode se tornar inócua, uma vez que as crianças precisam estudar datas, fatos e verdades absolutas, pois se trata de uma análise do pretérito. Tais premissas ficam muito misturadas no contexto de um museu.
Pode trazer sérios prejuízos, pois o museu leva a criança a pensar sobre os objetos que se modificam com o tempo e os que deixaram de existir, o que pode também confundir totalmente suas noções de temporalidade.