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O Espírito Santo tem ainda a sua estrutura econômica à base...

O Espírito Santo tem ainda a sua estrutura econômica à base do café, embora não seja dos mais famosos, bem definido pelo fato de que, na época da queima do café, os plantadores de Minas compravam safras capixabas para entregá-las à "cota de sacrifício".


(IBGE. Enciclopédia dos Municípios Brasileiros. Vol. I. Rio de Janeiro: IBGE, 1957. p. 40.)


Quanto à chamada "cota de sacrifício" existente no contexto da produção cafeeira no estado do Espírito Santo, é correto afirmar que


A

foi uma medida adotada pelo governo brasileiro na década de 1930 para estabilizar os preços do café, obrigando os produtores a destruir parte de sua produção devido à superprodução e à queda da demanda internacional.


B

envolveu a doação de excedentes de café para países Aliados, como forma de ajuda humanitária, durante a Primeira República, buscando melhorar as relações diplomáticas do país e demonstrar solidariedade internacional, no contexto da Primeira Guerra Mundial.


C

surgiu como uma estratégia durante a crise do café na década de 1950, onde o governo brasileiro incentivou a produção em larga escala e a exportação maciça, ignorando as flutuações do mercado internacional e mantendo altos níveis de produção sem considerar os preços globais.


D

foi uma política implementada no final do século XIX, para incentivar a exportação de café, aumentando a produção e os estoques nacionais, para buscar dominar o mercado internacional e reduzir a concorrência de outros países produtores.


E

foi introduzida para promover a substituição do cultivo de café por outras culturas agrícolas mais lucrativas, como a soja e o milho, a partir da década de 1970, no contexto da chamada Revolução Verde, para diversificar a agricultura brasileira.