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Quando se afirma que a escravidão era prática costumeira de povos africanos e, portanto, “os negros” escravizados no Brasil estavam jáhabituados a esse sistema de trabalho, há aíuma incorreção. O sentido da escravidão entre populações africanas tinha outro caráter e não fazia parte da lógica de acumulação capitalista, a qual induziu o tráfico negreiro europeu no périplo do comércio do Atlântico.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos.)
Uma possível ação de um professor de história com a finalidade de evitar a incorreção apontada no texto é
delimitar o conceito de escravidão, de forma a permitir sua aplicação padrão em qualquer contexto histórico.
permitir a compreensão da escravidão como uma prática atemporal que se relaciona com todas as sociedades que a implementaram.
contextualizar as práticas escravistas no tempo, relacionando-as aos conflitos de cada sociedade e suas estruturas de funcionamento.
aproximar diferentes práticas escravistas na sociedade ao logo do tempo, percebendo a aplicação homogênea de seu conceito.