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No final do século XVII, o Maranhão enfrentava uma crise econômica severa. A região, que dependia principalmente da produção agrícola, especialmente da cana-de-açúcar e do algodão, sofria com a escassez de mão de obra devido à proibição do comércio de escravos indígenas e às limitações impostas à importação de escravos africanos. A Companhia de Comércio do Maranhão, criada pela Coroa Portuguesa em 1682, foi incumbida de regularizar o comércio na região e garantir o fornecimento de escravos, mas sua atuação foi marcada por abusos e corrupção, exacerbando a insatisfação entre os colonos. A revolta foi desencadeada pela insatisfação com a Companhia de Comércio do Maranhão. Em 24 de fevereiro de 1684, os revoltosos tomaram São Luís, depuseram o governador Francisco de Sá de Menezes, prenderam os funcionários da companhia e estabeleceram um governo provisório. Os rebeldes exigiam a extinção da Companhia e a melhoria das condições econômicas e sociais na colônia.
O excerto acima se refere a chamada:
Revolta de Beckman.
Sabinada.
Revolta dos Cipaios.
Balaiada.