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Para pensar a diáspora negra, vale apresentar o infográfico com o fluxo do tráfico de e...

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Para pensar a diáspora negra, vale apresentar o infográfico com o fluxo do tráfico de escravizados da África para o Brasil (cerca de 4,5 milhões). Após o levantamento de hipóteses pelos estudantes de quais análises nos permite esse material, ao menos duas linhas de investigação podem ser adotadas como as pertinentes às informações do gráfico:


A

escravização nas plantations coloniais como o primordial laboratório de desumanização dos indivíduos a partir de um critério de raça; afirmação do vínculo entre cultura nacional brasileira e africana.


B

presença de contingente negro na formação populacional brasileira; participação de afrodescendentes na distribuição de renda desigual e injusta na sociedade brasileira.


C

efeitos da reunião em senzalas de afrodescendentes originados de regiões e culturas diversas; presença de heranças de matrizes africanas na musicalidade e religiões nas regiões brasileiras de maior concentração negra.


D

sistema de plantations como exercício da necropolítica (poder de definir o tipo de vida e a morte dos sujeitados) que ensejaria a estruturação dos estados totalitários; viabilização do aumento de produtividade para benefício da metrópole portuguesa.


E

impactos gerados a partir da decadência da economia mercantilista e do tráfico negreiro na estrutura social brasileira; evolução do modo de vida da população de afrodescendentes em nossa sociedade.