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“A condição social de cada indivíduo estava definida por Deus logo ao nascimento, ficando portanto estabelecida a vitaliciedade e hereditariedade: filho de nobre é nobre, filho de camponês é camponês. Como a condição de cada pessoa tinha sido determinada por uma ordem divina — daí o termo "sociedade de ordens" — naturalmente não havia possibilidade de mudanças; era uma sociedade de rígida estratificação. Mais que isso, cada homem devia resignadamente aceitar seu "destino", pois rebelar-se seria comprometer sua Salvação, sua Vida Eterna”.
FRANCO JUNIOR. Hilário. As cruzadas. São Paulo: Ed Brasiliense, 1989. 6º edição
Sobre a sociedade feudal é correto afirmar:
Era uma sociedade de classes, com relativa mobilidade social e coexistiam grandes e pequenos proprietários de terra.
A nobreza era a maior proprietária de terras e controlava toda a religiosidade medieval.
Embora monopolizasse a vida religiosa na Idade Média, a Igreja Católica era muito aberta aos avanços científicos e manifestações culturais diversas.
A sociedade feudal era hierarquizada e estratificada, sendo dividida em três grupos principais: patrícios, plebeus e escravos.
Entre os nobres existia a relação de suserania e vassalagem, um compromisso de fidelidade que implicava em direitos e obrigações recíprocas.