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No intercurso dos problemas enfrentados no primeiro reinado, em torno dos quais, se apresenta a configuração das atribuições dos “poderes do rei” e do legislativo, é correto afirmar que
A partir da abertura dos trabalhos da constituição em 1823, os constituintes queriam que o imperador tivesse o poder de dissolver a futura câmara dos deputados, forçando assim, quando julgasse necessário, novas eleições. Queriam também que ele [o imperador] não tivesse poder de veto absoluto, ou seja, o direito de negar validade a qualquer lei aprovada pelo legislativo.
A partir da abertura dos trabalhos da constituição em 1823, os constituintes queriam que o imperador não tivesse o poder de dissolver a futura câmara dos deputados, forçando assim, quando julgasse necessário, a nomeação, por decisão monárquica, de nova legislatura mediante sua indicação. Queriam também que ele [o imperador] não tivesse poder de veto absoluto, ou seja, o direito de negar validade a qualquer lei aprovada pelo legislativo.
A partir da abertura dos trabalhos da constituição em 1823, os constituintes queriam que o imperador não tivesse o poder de dissolver a futura câmara dos deputados, forçando assim, quando julgasse necessário, novas eleições. Queriam também que ele [o imperador] não tivesse poder de veto absoluto, ou seja, o direito de negar validade a qualquer lei aprovada pelo legislativo.
A partir da abertura dos trabalhos da constituição em 1823, os constituintes queriam que o imperador não tivesse o poder de dissolver a futura câmara dos deputados, forçando assim, quando julgasse necessário, novas eleições. Queriam também que ele [o imperador] tivesse poder de veto absoluto, ou seja, o direito de negar validade a qualquer lei aprovada pelo legislativo.
A partir da abertura dos trabalhos da constituição em 1823, os constituintes queriam que o imperador tivesse o poder de dissolver a futura câmara dos deputados, forçando assim, quando julgasse necessário, novas eleições. Queriam também que ele [o imperador] tivesse poder de veto absoluto, ou seja, o direito de negar validade a qualquer lei aprovada pelo legislativo.