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Desde a ocupação do território colonial, ainda no século XVI até o final do século XIX, as atividades econômicas principais do Brasil estiveram ligadas à exploração agrária. Açúcar, fumo, pecuária ou café mobilizavam homens, recursos e interesses políticos, bem como anexavam novas áreas à lógica do comércio atlântico.
O que não significa que não tenham havido diferenças substantivas entre as práticas, interesses e impactos gerados por cada uma dessas atividades.
Sobre essa diversidade, as afirmativas abaixo são verdadeiras, com EXCEÇÃO de:
O tráfico atlântico de escravizados permaneceu como um grande negócio, voltado para abastecer as fazendas. Nessa atividade eram geradas fortunas muitas vezes maiores do que as dos senhores
A civilização do açúcar era centralmente rural, a vida urbana restringia-se às festas religiosas e ao encaminhamento da venda do produto.
A expansão da cafeicultura está diretamente ligada à expansão urbana industrial na Europa Ocidental e Estados Unidos.
O tabaco ou fumo, foi um produto essencial nas atividades do período e abastecia tanto o mercado interno quanto o externo. Permaneceu monopólio do Estado na Colônia e no Império do Brasil.
A pecuária, ao longo desse período, foi sempre uma atividade secundária, mas apresentou uma expansão constante. Sua expansão alia os pequenos e os grandes rebanhos, mas quase sempre nos sertões.