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A Pax Romana foi um período de relativa estabilidade interna e prosperidade no Império Romano, iniciado com o governo de Augusto e estendendo-se até o século III d.C. Esse contexto permitiu a consolidação da administração imperial, o fortalecimento das fronteiras e a difusão da cultura romana. O termo que melhor caracteriza a estratégia adotada por Roma para manter essa estabilidade, conciliando domínio militar, administração eficiente e assimilação cultural, é:
Romanização – Processo de difusão da cultura, das instituições e dos costumes romanos entre as províncias, associado à administração eficiente e à presença militar
Foedus – Acordos de aliança entre Roma e povos estrangeiros, que garantiam a paz sem necessidade de domínio militar direto.
Clientelismo – Sistema político-administrativo que permitia às províncias governarem-se de maneira independente, garantindo lealdade a Roma sem interferência direta do imperador.
Latifúndio – Sistema econômico baseado em grandes propriedades agrícolas que, por promover a autossuficiência regional, evitava conflitos internos no Império.
Edicto Perpétuo – Código jurídico fixo que estabelecia um conjunto de leis imutáveis, assegurando a ordem e a paz durante o governo de Augusto.