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“Carlos Magno é, antes de tudo, na tradição dos francos e dos bárbaros, um grande guerreiro. Suas guerras estiveram lado a lado com campanhas de cristianização” (Le Goff, 2007, p. 51).
Fonte: LE GOFF, Jackes. As raízes medievais da Europa. Tradução de Jaime A. Clasen. Petrópolis-RJ. Vozes, 2007.
Sobre a relação entre papado e o imperador Carlos Magno, é CORRETO afirmar que:
Carlos Magno, grande letrado que dominava com maestria o latim, percebia que o monarca devia se apoiar nos clérigos que dispunham a melhor formação nesse domínio, e que sua ação devia, sobretudo, dirigir-se aos filhos dos leigos poderosos.
Carlos Magno foi um excelente guerreiro, lutando aliado ao papa e, em nome do cristianismo, derrota os muçulmanos e conquista belamente Saragoça, devido, sobretudo, a ser um conhecedor da realidade hispânica.
a aliança entre o papa Leão III e Carlos Magno, coroado na noite de Natal de 800 D.C o, fortaleceu a Igreja Ortodoxa e, consequentemente, o Império Bizantino, que era cristão.
foi na direção do sudeste que Carlos Magno conseguiu suas vitórias mais significativas. Foi contra o rei Dídio, convertido ao cristianismo, rei lombardo, que obteve uma brilhante conquista devido à sua cavalaria, atendendo a um pedido do papa.
sobre o modelo dos francos, todos os súditos do império de Carlos Magno, dependente diretamente do imperador, eram cristãos. Por esta razão, apenas alguns escolhidos eram guerreiros que buscavam conquistar povos e territórios num processo de cristianização, fortalecendo o poder do papa.